Com amor, todo sonho é possível

Sucesso a todos

Boa tarde e sucesso a todos.
Gosto muito da palavra sucesso e resolvi falar sobre ela.
Vou primeiramente transcrever o significado da palavra:
             1) segundo o minidicionário LUFT: - sucesso s.m.1. O que sucede; acontecimento.
                                                                                        2. Bom êxito; resultado feliz.
             2) no Novo Dicionário Básico da Língua Portuguesa
                  Folha/Aurélio: - sucesso. S.m. 1. Aquilo que sucede; acontecimento, sucedimento.
                                                                 2. Resultado, conclusão.
                                                                 3. Parto¹ (2).
                                                                 4. Bom êxito; resultado feliz.
                                                                 5. Livro, espetáculo, filme, etc, que alcança grande êxito; cartaz.
                                                                 6. Autor, artista, etc., de grande prestígio e/ou popularidade;
                                                                     cartaz.
Bom, diante desta informação, já podemos iniciar afirmando que todos nós somos um S U C E S S O.
Nós somos o resultado feliz de um acontecimento: o parto. Concordam?
A cada novo amanhecer, aquilo que sucede o anoitecer, se estivermos vivos, houve bom êxito: resultado feliz= VIDA. Deveríamos festejar a cada amanhecer e agradecer a Deus, por mais uma oportunidade que nos oferece para sermos bem sucedidos.
Não nos parece que o dinheiro seja o símbolo da SUCESSO..
Entendemos que o sucesso, embora substantivo,  é subjetivo e inerente ao ser humano.
O Sucesso se manifesta quando temos um foco, à medida que avançamos, estaremos obtendo sucesso nas etapas que ultrapassamos.
Aqui podemos afirmar que para se obter sucesso é necessário termos um foco.
Na nossa vida observamos que Deus foi maravilhoso ao nos dar muitas oportunidades de aprendizado, até chegarmos ao foco que almejamos. Na ocasíão não entendíamos muito o porque da demora.
Hoje vamos citar apenas 1:
Quando jovem, quería ser médica missionária.
Fui criada até os 3 anos, em casa dos meus avós e com minha mãe, recebi muito amor e carinho.
Quando nos juntamos ao meu pai, fui do céu ao inferno, êle era uma pessoa difícil, presenciei muitas surras e maltratos com minha mãe, mesmo criança também apanhei muito. Uma pessoa avarenta, mesquinha e muito, muito nervoso: pavio muito curto.
Dizia sempre que êle tinha poder, porque o seu dinheiro comprava tudo.
Nós morávamos muito mal, sem nenhum conforto.
Aos 8 anos minha mãe se suicidou.
Fui uma criança que sempre dei o que tinha, nunca me apeguei a nada, pegava os chocolates e doces do comércio de meu pai e levava para a escola, distribuia para as crianças que eu sabia que não tinham.
Meu pai nunca permitiu que eu tivesse amigas, não tínhamos parentes, eu me sentia muito só.
Comecei a focar que quando tivesse 18 anos fugiria de casa. Essa esperança e esse foco me deram alento para viver e obter o sucesso.
Comecei a trabalhar registrada com 13 anos, sempre focada em minha fuga.
Meu pai tinha uma companheira, que se divertia em me rebaixar e  falar que eu teria o mesmo destino de minha mãe. Foi uma fase muito difícil.
Como queria ser médica conversei com meu pai, se poderia me ajudar com a faculdade, precisava decidir antes de cursar o colegial, na época a escola era definida por áreas: tínhamos o magistério, o científico (quem pretendia ir para as ciências exatas) e uma outra que não lembro agora.
A resposta de meu pai foi: pago a faculdade se você prometer não casar.
Como poderia prometer o que não sabia. Eu sabia que tinha o sonho das missões e pelo visto meu pai contava com o retorno financeiro do que seria investido. Optei pelo magistério, como professora poderia oferecer conhecimento.
Completei 18 anos num dia, no outro já estava num pensionato de freiras, com a intenção de me internar.
Por razões alheias à minha vontade não segui adiante com a idéia.
Quando completei o curso normal (magistério), caiu em minhas mãos um jornal com a chamada para o exame vestibular para a faculdade de Serviço Social. Se prestarem atenção Deus sempre esteve presente em minha vida, êle é maravilhoso e age de forma sutil, mas concreta.
Dias antes, havia procurado uma psicóloga para fazer um teste de aptidão.
Qual foi o resultado: 1º médica 2º Serviço Social, eu não conhecia essa profissão.
Passei e amei cursar a faculdade de Serviço Social, só que no 2º ano desisti. Era 1970, plena ditadura, e havia muitas contestações, colegas de classe sumiram de um dia para o outro, diziam que tinham maçãs na sala. Era apavorante, meu primeiro filho havia nascido e era minha prioridade.
Percebi que em situações de extremo stress eu paralisava, não podia ver sangue.
Como eu poderia ser médica?
Retornei em 1974, já com 3 filhos e recém separada, recomecei do 1º ano, concluindo em 1977.
Não tive ajuda de meu pai, o pai das crianças sumiu e os meus filhos são todos um sucesso.
Depois em nova união nasceram  mais 3 - ao todo 6 homens.
Sempre passei para êles que deveriam estabelecer metas e conquistá-las, porque podem ser o que quizerem ser o sucesso só depende deles. Minhas noras sempre brincam que eu os criei muito convencidos, eu me admiro de que elas também não o sejam. Todos nós devemos ser convencidos de que o sucesso está em nossas mãos, nós focamos, obtemos bom êxito, com resultado feliz: S U C E S S O.

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