Com amor, todo sonho é possível

Vamos sonhar?

Boa tarde, tudo bem?
Eu não estou parando muito, para pensar e escrever o que tenho feito.
Estou fazendo tratamento, meu convênio é na baixada, para levar algo a sério só mesmo parando e me dando o direito de consultar, fazer exames e mais exames, para depois tratar o que já está enferrujando, né.
Mas não tenho feito só isso, estou aprendendo muitas coisas novas, mas como não tenho máquina e o danado do meu celular não tem cabo para passar para o computador, não tenho como postar as novas artes.
Hoje fui cedo ao laboratório e levei o livro O Vendedor de Sonhos - O Chamado, do Augusto Cury, que estou lendo no momento. (um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide. Esse homem, de quem ninguém sabe a origem, o nome ou a história, proclama aos quatro ventos que as sociedades modernas se tornaram um hospício global)

Tenho me divertido com as situações criadas pelo Vendedor de Sonhos 
no capítulo O 1º Passo, após conseguir demover Júlio César da ideia de se suicidar e ao passar pelo psiquiatra chamado para resolver o caso, que falou ao chefe de polícia.........sem que Júlio César e o Vendedor de Sonhos ouvissem. 
vou transcrever esta parte:

"Mas, para minha surpresa, o homem que eu (Júlio César) acompanhava voltou-se para eles e repetiu o pensamento simultaneamente com o psiquiatra.
- Os loucos se entendem!
O psiquiatra ficou vermelho com sua reação. Assim como eu, certamente deve ter perguntado para si mesmo: "Como esse estranho conseguiu repetir ao mesmo tempo o pensamento que proferi?".
Vendo-o embasbacado, ainda teve tempo para dar-nos a última e inesquecível lição no topo do edifício. Comentou com o psiquiatra:
- Uns têm uma loucura visível e outros, oculta. Que tipo de loucura você tem?
- Eu não. Eu sou normal! - reagiu impulsivamente o profissional de saúde mental. Enquanto isso, o vendedor de sonhos admitiu:
- Pois a minha é visível.
Em seguida, deu as costas e começou a caminhar com as mãos nos meus ombros. Três passos adiante, olhou para o alto e expressou:
- Deus, livra-me dos "normais"!


Separei outras partes no livro que me chamaram a atenção, vou postando aos poucos, embora já esteja no final e já me preparando para ler O Vendedor de Sonhos e a Revolução dos Anônimos.

O que me levou a escrever hoje foi uma situação pela qual passei ao voltar para casa, parecia que estava sendo seguida, uma sensação estranha. Ontem ao ir ao médico estavam 2 senhoras muito assustadas, falando que uns meninos de bicicleta estavam assaltando as pessoas bem do lado que eu vim. Ontem, nem fui à aula, fui direto para o médico e a consulta que seria às 17:45 fui atendida ás 15 horas, cheguei cedo.
Hoje, comecei a prestar atenção em tudo que fugia do "normal", ou melhor a aguçar mais os sentidos.
Desci do laboratório bem, mas ao sair do prédio, começou a me afligir a ideia de estar sendo seguida.
Precisava comprar os meus remédios e ir ao correio, não sei mas alguma coisa não estava bem, entrei no ônibus para voltar para casa, sentei em um banco do lado esquerdo e no ponto do prédio do laboratório entrou um sr. que já estava lá quando saí do laboratório. Uma sra. sentada no lado direito do ônibus ofereceu para que ele sentasse, recusou. Aí, veio para o meu lado, ofereci para que sentasse, recusou dizendo que ia descer logo. Logo vagou um assento na frente da outra sra. do lado direito e ele sentou.
Aquele comportamento me chamou a atenção, já fiquei com a pulga atrás da orelha, gente é assustador se sentir vigiada. Levantei para descer ele veio para a saída também, desci um ponto depois e entrei num supermercado, para ver se despistava. 
Não é que o homem  entrou também, fui para uma lado, para outro, para sair depois, ele apareceu de novo e sem comprar nada, como precisava de algumas coisas comprei, sai e pedi a proteção de Deus.
Fui andando pela avenida que é mais movimentada, procurando observar tudo: tinha um carro preto com um homem ao celular parado bem na esquina da rua que estou morando, parece que para ver onde eu ia entrar, fiquei com tanto medo que ao invés de despistar entrei na casa. Assim que entrei o homem saiu.
Agora fico pensando, devia ter anotado a chapa do carro, não anotei e não sei as diferenças entre os carros.
Gente em que mundo estamos?

Pelo menos serviu para quebrar o gelo e vir ao blog, que ando meio sumida.

Até breve, abraços muito carinhosos

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