Com amor, todo sonho é possível

A era das multitarefas

" Quem não luta pelos seus direitos, não é digno deles."
Rui Barbosa

"Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha."
Victor Hugo

"Eu não sou o que aconteceu comigo. Eu sou o que escolhi me tornar."
Carl Jung

"O mal existe e tem gente que simplesmente não presta."
Glória Perez

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Anoitecer de 21/06/2015


Hoje, as pessoas não conseguem sequer andar pela rua sem fazer algo mais ao mesmo tempo, como falar ao celular, enviar um e-mail ou ler um livro. Elas já não se encontram apenas para almoçar juntas, mas aproveitam a ocasião para discutir assuntos financeiros ou fazer negócios. Quando nosso companheiro de mesa vai ao banheiro, imediatamente nos pomos a checar novas mensagens no celular em vez de permanecermos sentados por alguns minutos, gozando o fato de não ter nada a fazer.


Espero que você descubra que é possível simplificar as coisas um pouco e prestar mais atenção ao que esteja fazendo, em vez de buscar sempre uma nova distração. Se você está tomando o café da manhã, usufrua esse momento e deguste cada bocado; é uma oportunidade excelente para refletir e gerar um senso de propósito descontraído, mas dinâmico, para seu dia. Se você está redigindo um relatório no trabalho, esqueça as outras preocupações para se concentrar inteiramente no que faz. É fácil iniciar dez coisas ao mesmo tempo, mas sem concentração, você não concluirá bem sequer uma delas.


Com concentração e atenção, você não apenas terá  mais detalhes a apreciar durante o dia, mas também descobrirá que o tempo se dilatou, em lugar de fazê-lo sentir-se acuado, sempre com pressa ou em pânico. Quando você se concentra numa única coisa por vez, acaba fazendo muitas e as minúcias irrelevantes da vida vão aos poucos ocupando menos espaço porque, então, você tem consciência do que verdadeiramente importa.

Extraído de Iluminação Diária, de Sua Santidade Gyalwang Drukpa - Ed. Pensamento

Ansiedade
Minha vida,
foi sempre,
uma grande corrida.
Corria contra o tempo,
achando que
precisava,
aprender
tudo que podia,
como se já 
estivesse 
de partida.
Não parti,
mas,
de alguma forma,
ela foi
interrompida.
Meu foco,
deixou de 
existir,
teria,
que sobreviver
de maneira digna!
Reaprender,
outra vez!!!
Foi a minha saída.
Acostumada 
a 200 por hora,
agora,
mas lerda,
mal passava dos 30.
No entanto,
mais lenta,
consegui,
ouvir os sussurros
de um Pai amoroso,
"Coloca em minhas Mãos, 
que Eu a conduzo." 
E, eu me soltei,
já nem preciso 
dos remédios,
que com 
orientação médica,
deles estou 
me libertando.
Só hoje estou vendo,
quantos trabalhos iniciei e
não acabei,
como meus sonhos, 
também se desfaziam e
não os concluía.
Não posso dizer,
que não devia 
ter sido acelerada,
muito ansiosa,
porque me serviu,
neste meu momento,
para sentir a diferença
de comportamento,
agradecendo a Deus,
pela mudança,
que em mim operou.
Obrigada, Senhor!
Maria Teresa
Abraços carinhosos

4 comentários:

  1. Sou assim, tento fazer mais de uma coisa por vez e o resultado é nada concluído perfeitamente, tenho que me policiar estarei refletindo nesse post.
    Bjuss!

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    1. Olá Daiane, visitei seu blog e gostei das suas artes, muito bem acabadas.
      Obrigada pelo carinho, abraços afetuosos
      Maria Teresa

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  2. Não sou simpática a Rui Barbosa, mas essa frase dele está correta e por ela se tira que muitos de nós não são dignos de seus direitos... Já o Victor Hugo eu ainda não li nada dele que não tivesse gostado, ele tem toda razão e quantas ovelhas são sacrificadas todos os dias... como é fácil culpar as vitimas...

    Sobre os habitos que você descreveu no primeiro paragrafo em relação ao celular, foi justamente por isso que resistir por nove meses a comprar um celular novo, as pessoas não apressiam mais a própria companhia... eu comprei o celular, mas deixo a internet desliga porque gosto de gozar o "não ter nada para fazer" e minha própria companhia.

    Acredito na mensagem que você passa nesse texto, concentração, atenção, desfrutar do momento seu consigo mesmo, desfrutar da própria companhia... nossa é tão terrível assim ficar consigo mesmo que as pessoas se evadem em busca de qualquer coisa que as distraia de si?!?!?

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    1. Olá Pandora, realmente, muitos de nós, deixamos pra lá, porque, infelizmente, desacreditamos da Justiça. Se, nós desistirmos de tudo, nada sobrará para nós e, daí, cada vez menos, teremos direitos, deixaremos, inclusive, de ser consideradas vítimas dos "infames".
      Morar na "roça" me ajudou a desacelerar, mas existem hábitos que não conseguimos mais nos livrar, é a internet, que facilita o acesso rápido a qualquer informação. Pra mim, foi desafiador e muito bom, além de me ajudar a ativar o cérebro.
      Agradeço seu carinho, abraços afetuosos
      Maria Teresa

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