Com amor, todo sonho é possível

Denuncie, jamais se cale!







Página curtida · 26 de março de 2013 ·


Porque as mulheres permanecem em um relacionamento abusivo .

A vítima frequentemente continua num relacionamento abusivo porque teme que seu agressor se torne mais violento se ela o deixar, assim como ele pode tê-la ameaçado. Muitas temem pela própria vida, e com razão. Podem achar que ele tentará tirar dela os filhos. Podem ter medo de não conseguir, sozinhas, sustentar-se a si e aos filhos. Muitas vezes se sentem constrangidas e envergonhadas de admitir que sofrem violência. Podem permanecer porque necessitam de amor e afeição, e porque temem que ninguém mais as queira.

Talvez, também, tenham procurado ajuda mas foram aconselhadas por bem-intencionados líderes da igreja e amigos a tentar mais um pouco ser uma boa esposa, a orar mais e a ter fé em que as coisas vão melhorar. Ou quem sabe alguém lhes disse que é seu dever cristão continuar com o casamento, por amor aos filhos e sua responsabilidade para com o marido. Essas abordagens as levam tão-somente a concluir que não há esperança de escape para o seu problema.

Muitas precisam de ajuda para entender questões profundas como a compreensão cristã do sofrimento, a submissão mútua no casamento, a diferença entre disciplina e punição, arrependimento que inclua uma mudança no comportamento e a restituição quando for o caso, o perdão como processo e o discernimento que capacitará as pessoas envolvidas a saber se um relacionamento deve ser restaurado ou sua perda lamentada.

As vítimas da violência doméstica precisam entender que o abuso não é culpa sua. Precisam ter a certeza de que não estão sozinhas e que existe auxílio. Necessitam de assistência prática para identificar e acessar os recursos disponíveis. Podem necessitar de proteção e auxílio para processar as questões espirituais que surgem na sua mente.

Os agressores também precisam de ajuda para assumir a responsabilidade pela dor que causam na vida de membros da família que deveriam estar contando com seu amor e apoio. Precisam ser considerados responsáveis por seus atos e incentivados a buscar a necessária intervenção profissional para que se produza uma mudança no comportamento, se é que há esperança de serem restaurados os relacionamentos.

Compreendendo o ciclo do abuso

Em alguns relacionamentos abusivos, repete-se um ciclo que muitas vezes prolonga a tolerância da mulher para com a situação, porque ela acredita que a situação com certeza vai melhorar. O ciclo tem três fases:

Fase I. Durante esta fase de aumento da tensão, a esposa se esforça muito para evitar os comportamentos que ela sabe que vão desgostar o marido. Aprende a paparicar, agradar e condescender. Tenta ler os sinais de uma raiva que cresce, escolhendo maneiras de conduzir-se através de seus contatos diários. O agressor, em tensão crescente, a observa em busca de motivos para culpá-la por sua raiva.

Fase II. Este estágio agudo é dominado pelo incidente do espancamento. Entendendo que sua raiva está fora de controle, ele encontra motivos para culpá-la e ensinar-lhe uma lição. O mínimo incidente provoca sua ação. O reino de terror pode durar horas ou dias. O temor de que qualquer esforço de sua parte para procurar ajuda irá somente aumentar a violência, muitas vezes a impede de confidenciar o fato a alguém.

Fase III. Geralmente se segue um período de bondade, contrição e comportamento amoroso por parte do marido. Frequentemente ele suplica perdão e faz lacrimosas promessas. Ela deseja muito acreditar que ele mudará. Muitas vezes ela sente que é sua responsabilidade manter a família unida e conceder a ele outra oportunidade de melhorar. Mas quando entende que a bondade dele ou suas promessas constituem uma mudança de atitude e comportamento, ela adota um otimismo fora da realidade.

As mulheres, iludidas pelo ciclo do abuso, precisam entender que a violência doméstica é um comportamento que se aprende. Os agressores viram o abuso exemplificado, com frequência nas famílias onde foram criados. Também experimentaram pessoalmente o poder e o controle que um comportamento abusivo lhes oferece. Não são meramente vítimas de circunstâncias estressantes, mas decidem exercer poder e controle sobre outros através de um comportamento abusivo, e escolhem seletivamente suas vítimas. Se não houver uma mudança de atitude e comportamento por parte do agressor, o abuso previsivelmente aumentará e os relacionamentos não poderão ser restaurados com segurança.

A intervenção profissional pode pôr um fim a algum incidente futuro de violência doméstica se o agressor estiver disposto a aceitar a responsabilidade por seus atos e procurar tratamento. Mas a violência não desaparece por si. É essencial alguma intervenção. Os objetivos dessa intervenção são proteger a vítima, fazer cessar o abuso, considerar o agressor responsável e auxiliar os envolvidos a ter acesso aos serviços profissionais necessários.

Texto da página "Violência contra a mulher é crime. Denuncie." - facebook.
-o-o-o-o-o-o-o-

Se você se calar,
se você tiver vergonha,
você será apontada como sem vergonha!
Que vive correndo atrás desse homem,
quando nunca foi atrás, mas eles falam.
Você é acusada de ter explorado os filhos,
quando na verdade,
 era você quem cobria todas as despesas e
brigava para que o aproveitador,
pagasse as comissões devidas aos filhos.
Já que eles falam que ganhavam muito dinheiro,
onde foi parar esse dinheiro?
Em casa não entrou,
pra mim sobrou pagar,
além das despesas da casa,
convênios médicos,
falências,
receita federal e,
se não fosse esperta,
teria ficado sem minha casa,
que comprei com meu FGTS.
 
E, você acaba levando a culpa, por ter ficado,
embora tenha tentado, por diversas vezes, se divorciar!
Não, não te dou o divórcio,
você só sai daqui morta,
casamento, pra mim é pra sempre!
E, você fica, e nunca melhora,
cada vez mais dominador e agressivo,
você tem filhos pequenos,
você se assusta,
o que ele poderá fazer com os meninos?
Os meninos crescem e, estranhamente, não sabem de nada!
Como alegam, todo mundo achava um casal perfeito!
Então é a mãe que delira!

 
Página "Violência contra a mulher é crime. Denuncie." - Facebook

Quero registrar,
que existem pessoas que são más,
com instinto predador e extremamente possessivas,
não são doentes, são perversas, malignas!


Postagem "Violência contra a mulher é crime. Denuncie." - Facebook

Pessoas que exploram,
humilham,
difamam,
torturam,
ameaçam,
violam,
violentam e
estupram a mulher
são cafajestes
amorais,
pervertidos e
sem escrúpulo algum!


Página "Violência contra as mulheres é crime. Denuncie." Facebook
E,
depois de perceber do que esse infame é capaz,
quando sente o quanto sua vida não vale nada,
 nas mãos desse transgressor,
ao sentir a força dele apertando seu pescoço,
até desfalecer,
com os olhos esbugalhados,
saltando das órbitas e dizendo:
-"Você nunca vai se libertar de mim, eu te mato."

Você fica abobalhada,
incapaz de reagir,
com receio do que poderá fazer aos seus filhos!
Porque era só pedir o divórcio,
que ele lembrava que tinha filhos,
e os importunava,
insistentemente,
para que eu voltasse!

Com vergonha da escolha errada que fez,
para ser pai dos seus filhos.
Você se anula!


Página "Violência contra a Mulher é crime. Denuncie." - Facebook

Você é sumariamente sequestrada de si!
Ele te tem,
totalmente,
 nas mãos!


Página da "Violência contra a mulher é crime. Denuncie." - Facebook

Apenas a fé,
uma fé imensa no Criador,
te devolve a razão!

 
Página "Violência contra a mulher é crime. Denuncie. - Facebook


Página "Violência contra a Mulher é crime. Denuncie." - Facebook

Quando você cria forças e denuncia,
constata que o pior,
ainda está por vir:

Página "Violência contra a Mulher é crime. Denuncie." - facebook

O BO e o laudo do IML,
desaparecem,
você é orientada a fazer a representação na DP,
é maltratada pelo investigador,
tratada como uma incapaz e,
misteriosamente,
essa representação não aparece!
Infelizmente,
você não recebe medidas protetivas e
o criminoso que te explorou, humilhou,
difamou, ameaçou, torturou, violou,
violentou, estuprou e prometeu
sumir com teu corpo e
quebrar a tua cara,
para fazer valer a "Maria da Penha",
é contemplado com a impunidade pelas autoridades e
o apoio dos filhos!
A única saída é publicar na internet,
para inibir o predador de cumprir as ameaças!
Eu não compactuo com criminosos,
não fui permissiva como alegam,
eu não via saída,
só consegui enxergar,
quando Jesus Cristo me tocou!
Agradeço e Louvo a Deus todos os dias,
por me permitir viver!
A Deus toda Honra e toda a Glória!

Assim,
se pratica um crime perfeito,
essa é a razão pela qual,
você não deve se calar.
Se você sofre violências domésticas,
não se envergonhe,
denuncie,
ainda existem policiais honestos,
eu acredito!
 Maria Teresa

8 comentários:

  1. Oi, querida Tresinha!

    Tudo bem?

    Mais um MEGA, INTELIGENTE E EXPLICATIVO POST.

    Não cale as torturas, os maus tratos de homens cruéis e de maus instintos. Siga os conselhos de Maria Teresa Valente. PARABÉNS!

    Beijos, com mto apreço e elevação.

    P:S - querida amiga, ontem deixei uma série de comentários nos anteriores posts, mas não os encontro por aqui. Você já tem tido k é um pouquinho distraída, mas o sistema tb pode ter feito das dele, não é mesmo? Me esclareça, por favor!

    Beijos e dias de LUZ!

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    1. Minha doce amiga CÉU!
      Tenho grande apreço e respeito por seus comentários, sempre muito pontuais, razão pela qual sou imensamente grata!
      Sou mesmo distraída, mas tenho muito cuidado, por respeito às pessoas que comentam, em dar uma resposta rápida.
      Meu maior problema tem sido o sistema precário que, embora eu pague o plano mais alto, os serviços oferecidos são de péssima qualidade, ora lentos, ora precários, ao ponto de não ter conexão.
      Tenho reclamado, mas não adianta.
      Estou com problemas, ao acessar os blogs, em não conseguir comentar ou compartilhar.
      Antes liberava os comentários e depois respondia, mas toda vez que ia responder, ao apertar "publicar", minha resposta sumia, que nem mesmo retrocedendo, ela aparecia.
      Quando recebi seus comentários, no Gmail, ao apertar o mais antigo para publicar, foram todos para a caixa de comentários no blog. Mas, aconteceu, que ao apertar o mais antigo, ele sumiu.
      Ontem, havia feito a postagem "Denuncie" bem mais extensa que a que publiquei a seguir: "Denuncie, não se cale.", mas, misteriosamente, ao tentar publicar, a matéria sumiu.
      Para não cometer erros, desliguei o computador e fui dormir, hoje, com a cabeça mais fresca, estou colocando a casa em ordem!
      Sou muito cuidadosa e responsável com os comentários dos amigos,
      tenho por hábito ler tudo, pois é um excelente exercício para a memória, assim me resguardo da companhia do temível "alemão".
      Muita paz, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  2. Olá, amiga querida de ♥!

    Espero k você se encontre bem e feliz.

    Sim, eu entendo, qdo diz que é um pouco distraída, mas tenho certeza k para amor e amizade, sentimentos, você, JAMAIS o foi, é e será.

    O sistema informático precário e deficitário explicam essas situações, mas agora já está quase tudo bem. Voltei a comentar o post de 02 de fevereiro, agora. Depois, vou comentar o anterior a esse , pke meu comentário sumiu, não ficou registrado lá.

    Agradeço seu carinho e esclarecimentos.

    Beijos, minha linda e doce amiga!

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    1. Estou bem, CÉU e, agradeço pela compreensão!
      Já recebi, publiquei e respondi o post de 2/02.
      Gratidão, CÉU, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  3. Respostas
    1. A mulher não pode se calar, senão, será será apontada
      como conivente!
      Agradeço, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  4. Olha que post!! Um tema muito complicado, e concordo com você que temos que demunciar todo o tipo de violência. Mas para quem está vivendo na pele essa violência é tão dificil de ter coragem... Precisam de muita garra e força. Muita ajuda dos que estão mais próximos para ela ter mais segurança.
    Beijos
    Adriana

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    1. É, realmente, muito complicado e delicado, Adriana!
      Concordo, também, que é difícil ter coragem, além de garra e força, é muito necessário ter fé!
      Absolutamente correto, toda mulher vítima da violência doméstica, precisa ser acolhida pelos familiares mais próximos, para que se sinta segura, para formalizar a denúncia!
      Quem ama cuida, não maltrata, nem despreza!
      Os filhos só lembraram que eu existia, quando souberam que entrei com ação, por medo de serem arrolados como cúmplices, depois de 3 anos completamente abandonada.
      Agradeço, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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