Com amor, todo sonho é possível

"MAS..." Onde está nossa consciência?



 "Violência contra a Mulher é Crime. Denuncie."

 Estupro é um crime hediondo, não pode ser relevado!
O "ser" estuprado não tem culpa!
Denuncie, não se cale!

Leia este texto de Cristina Bottallo , depois me diga se não tenho razão!

"MAS"... Onde está nossa consciência?

"Eu sou contra o estupro, mas também, o que ela..."
Ninguém escreve assim: "Eu sou a favor do estupro". Pegaria muito mal. Então a pessoa vai lá e escreve: "Eu sou contra o estupro, mas também, o que ela estava fazendo lá?" Ou: "Eu sou contra o estupro, mas ela foi na festa porque quis...", ou ainda "Mas ela estava vestindo saia curta...".
Sabe o que o seu MAS quer dizer? Ele está dizendo que você é favorável ao estupro, sim. Porque simplesmente não existe um MAS cabível aqui. Não tem "mas". Não tem.
Se você faz texto questionando com o "mas", você está julgando a mulher que sofreu essa violência abominável. Você acha que ela é culpada e mereceu, só não vai escrever assim, com essas palavras, porque pega mal. Não tem MAS aqui. Nenhuma mulher deve ser estuprada. Nunca. Em hipótese nenhuma.
Quando a gente escreve que está lutando contra o estupro, a gente não quer "vingancinha", a gente não acha que todos os homens são criminosos, e nem achamos que homens devam ser estuprados. Na verdade, achamos que ninguém deve ser estuprado, ninguém, nem homem, nem mulher, nem gay, nem pessoa nenhuma. Mas uma mulher é estuprada a cada 11 minutos em nosso país. Isso é alarmante, e é disso que estamos falando. Estamos falando da impunidade também, porque apenas em raros casos os homens que cometeram estupros foram devidamente punidos. Isso é chocante.
Não estamos falando tanto disso porque somos histéricas, feminazis ou estamos de mimimi. Estamos falando disso - e vamos falar muito mais ainda - porque nós, mulheres, estamos mais sujeitas a esse tipo de violência. Todas nós temos medo de ser estupradas. Durante todas nossas vidas, temos medo. Isso não devia ser assim. E "Não" é sempre Não. Não tem Mas que caiba nessa frase, percebeu a diferença?
Você que escreveu MAS, saiba que esse "mas" fala muito mais sobre você e sobre seu preconceito do que sobre a vítima. A vítima nunca é culpada. Você, que escreve um "mas", é conivente com a agressão, você tem culpa aí.
Cristina Bottallo

Como foi a tua infância?

Você passou por abuso?

Você teve tudo o que quis até hoje?

Você acha que o "ser humano" merece ser estuprado?

Se você fala como mencionou a Cristina Bottallo ao iniciar o texto, acho melhor você colocar a mão na consciência, porque o "mas" é para quem julga e não para nós, simples mortais.
Você sabe como foi a infância dessa menina?
Você não sabe, não é?
Eu vou te dizer como foi a minha: eu sou de família de posses, minha mãe estava destinada a se casar com "Doutor", mas se apaixonou pelo meu pai, que queria a todo custo vir para o Brasil, para enricar. Logo que eu nasci,  ele veio. Minha mãe e eu viemos 3 anos depois.
Meu pai tinha comércio, minha mãe ficava à frente do negócio e eu ficava por ali e fui bolinada pelos empregados do meu pai, inúmeras vezes... escapei...
Aos 5 anos, ele teve comércio, num local central, que havia um prédio e eu ia brincar com as crianças lá, toda vez que eu voltava, meu pai tirava a minha calcinha e olhava, o que? Não sabia, mas muito me incomodava!
A minha mãe vivia levando surras de meu pai (soube depois, que até grávida apanhou muito).
Meu pai havia amealhado uma fortuna, mas a ganância o fez querer mais e, assim teve um empregado que percebendo o sofrimento de minha mãe, se engraçou com minha mãe, queria se aproveitar daquela pobre mulher violentada e sofrida, nas mãos do marido. Quando foi surpreendida por meu pai, sentada numa mesa, o "cafajeste" com a mão em cima da mão de minha mãe, "confortando-a", pois além de escravisá-la, agredí-la e maltratá-la na frente de todos, toda tarde se arrumava e ia "visitar" "mulheres".  Quem apanhou foi minha mãe... Quem pagou foi minha mãe...
E, assim, foi minha infância, até os 8 anos, quando ela se suicidou!
Parte da minha vida foi junto com ela, a que ficou, precisou de muita coragem para continuar...
Já contei muitas coisas aqui no blog, mas quero dizer que, meu pai não me comprava nada, morávamos num kit, ele a minha madrasta e eu, bebia e batia nela e em mim por nada.
Quando vim do colégio interno, me colocaram na casa de uma senhora, amiga de minha madrasta, ela tinha um filho de 17 anos, que tentou abusar de mim, saí correndo e contei ao meu pai, que não acreditou em mim. Comecei a trabalhar no bar aos 11 anos e, segundo ele, eu não ganhava nem para comer, aos 13 comecei a trabalhar registrada e entregava o envelope fechado para o meu pai, que nem meia fina me comprava e eu tinha que usar no trabalho.
Estudava em colégio particular, onde só estudavam pessoas de posse, quanta ironia, uma pobre miserável num ambiente de grã-fino. Tive ofertas de droga, que me ofertaram como doce, pus na boca e joguei, aí é que tive certeza que era armadilha, porque todos se jogaram para pegar a bolinha.
Convites para programas, para ser amante, com propostas indecorosas e tentadoras tive aos montes, recusei todas!
Sou melhor que essa menina?
Não, ninguém é melhor que ela
Não, não sou!
A única coisa que me diferencia é que eu acreditava no amor, eu acreditava que podia ser feliz e formar uma família diferente daquela que eu tive. Eu tinha dentro do meu coração uma chama de amor pela vida.
Profissionalmente me realizei, em todos lugares que trabalhei, me valorizaram.
Lutei por respeito e transparência a minha vida inteira.
Tentei, como tentei formar uma família decente, mas isso não impediu de ser estuprada ao 63 anos, por um cafajeste, que não aceitava o divórcio, que se apossou de minha vida e queria me matar, por interesse financeiro e pelo prazer de se livrar de mim.
Um homem do mal, que me fez surtar, ao constatar que para ele, "casamento era para a vida toda", "que eu nunca me livraria dele" e que me ameaçava matar, caso eu tentasse o divórcio", "que eu era mulher dele, deveria fazer o que ele queria".
E, quando criei coragem, já com os filhos criados e fui entrar com o divórcio, ele me estuprou, porque sabia que isso me levaria à loucura, porque tinha certeza que eu me mataria.  
Na DP, ao invés de encaminharem os BO's e o exame pericial do IML ao Ministério Público, zombaram de mim, não fizeram BO dos furtos de todos os meus pertences, simularam que abriram uma representação.
No Judiciário existe uma máfia que cultua o "machão" e culpabiliza e condena toda a mulher que é estuprada, além de brindar esses homens maus, com o benefício da impunidade.
Todos viraram a cara para mim, todos me acusaram de ser "única culpada" e me desprezaram.
Mas Deus, não, Ele se apiedou de mim e com sua infinita Misericórdia me resgatou, mandando um anjo para me convidar a conhecer esse AMOR, que nada exigiu de mim, apenas me abraçou, me amou e me protege até hoje.
Se eu falo aqui, não é por vingança, eu luto por Justiça, porque eu vivencie a pior das agressões que um ser humano pode sofrer, a humilhação de ser covardemente invadida contra a vontade, é pela imundície e vergonha que lotou minha alma e, por não restar nada que possa valer a pena viver. Só quem sofreu estupro pode aquilatar o que estou falando, estou comendo o pão que o diabo amassou, não sei se viverei o suficiente para saborear a vitória da Justiça, mas enquanto isso não me calo mais, querem me processar, estejam à vontade para fazê-lo.
Pra você que fala "Sou contra o estupro, mas também..."

Também o que? Isso é discurso preconceituoso, machista!

Onde está o Estado que se omite?

O que de concreto estão fazendo pela menina?

Essa, sim, deve ser a nossa preocupação, por que não fazemos como Cristo, acolhendo-a?

Por que não lhe damos a mão?

Por que não a amamos, ao invés de a condenar e a jogar nas mãos dos aproveitadores, das drogas, da prostituição?

As pessoas já estão tão habituadas a serem julgadas e condenadas, que a primeira declaração da menina, ao ver a reação do povo indignado com o que fizeram a ela, foi de surpresa: "pensei que seria condenada... obrigada pelo apoio...".

"a dor não é no útero, a dor é na alma"...

Você disse tudo, a dor não é no útero, a dor é na alma, lugar que ninguém "examina", mas que nos condena e nos empurra ao suicídio, feminicídio ou homicídio.

Tenho asco da hipocrisia! 
Tenho asco da ignorância!
Tenho asco de homens maus!
Tenho asco dos machistas moralistas! 
O sistema está tão corroído e corrompido,
que se o silêncio sufoca e enforca,
denunciar nos trucida e mata!
Maria Teresa

"Um dos maiores prazeres da vida
é fazer o que os outros dizem que você não é capaz."
(Ana Maria Braga 29/04/2016)

Viver é assim,
se não tiver talento,
esforce-se!

Medo e culpa
são os dois principais mecanismos
de manipulação emocional.
Aprenda a lidar com eles e
sinta cada vez mais
a liberdade de ser quem você é.
"Violência contra a Mulher é Crime. Denuncie."

Agradeço pela minha vida, que o Senhor resgatou e restaurou!

Agradeço a Deus, que por Sua Graça e Misericórdia,
me permite servi-Lo com alegria!

Abraços carinhosos

14 comentários:

  1. Maria, eu estou em choque. Sua história de vida é incrível. Triste, mas com muita superação.

    O acontecimento com a menina do Rio mexeu muito comigo. O fato de ser estrupada já é um absurdo, o fato de ser por mais de 30 piora, mas o fato de ter pessoas colocando a culpa nela é surreal pra mim.

    Beijos
    Tata Sá
    http://www.2apes.com.br/

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    1. Olá, Tata, eu também estou em estado de choque, nada, mas nada mesmo, justifica tamanha violência.
      Esse ato é uma aberração da natureza, é uma monstruosidade e uma afronta à nossa moral e à Justiça.
      Estão tripudiando as mulheres, na maior cara de pau!
      Afinal de contas, não valemos nada mesmo, somos sempre as culpadas!
      Gratidão, Tata, dias felizes, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  2. Isso mesmo, Maria Teresa! E obrigada por compartilhar meu texto. Parabéns pelo seu blog.
    Beijos,

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    1. Sou imensamente grata, Cristina, por me permitir publicar um texto coerente e sensível.
      Acredito que as pessoas ainda não perceberam as consequências para a sociedade, cada vez que uma mulher é estuprada e ninguém faz nada.
      Estamos estimulando os nossos filhos a fazerem o mesmo, já que isso é símbolo de "macho".
      Ela não merecia ser estuprada, eu não merecia ser estuprada, ninguém merece ser estuprada e estão promovendo um verdadeiro "culto" ao estupro, quando não fazem Justiça e culpam a mulher!
      Gratidão, Deus te abençoe, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  3. Boa tarde, Maria!

    Que barra você passou. Desde cedinho o assédio te persegue. E, não, não vejo como "escapei" quando um adulto desrespeita um corpo de uma criança. Mal sabia que ainda passaria por tudo isso, né?

    Essa cultura do estupro tem que acabar, essa culpabilização da vítima também. Não tem "mas". Errado é quem estupra não quem se veste assim ou assado, ou bebe, ou sai a hora que for e onde for. Que absurdo ainda propagarem esse pensamento. Minha solidariedade a você, a essa menina, e tantas outras de nós.

    Beijos fique bem.

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    1. Gratidão, Silvia!
      Sabe, Silvia, eu escapei, porque consegui não me habituar com a agressão, consegui não achar aquilo natural, mas as marcas sempre ficam e essas agressões ficaram em minha mente, em alguns momentos aparecem...
      No entanto, caí na pior das agressões aos 11 e só me libertei aos 13, acreditando que seria forte o suficiente, para nunca mais permitir que isso acontecesse... mas aconteceu e por isso, surtei!
      A esperança de fazer diferente, de acreditar no amor, me fizeram ser mais forte que os traumas que me travaram.
      Agora eu tive Deus, que me deu a mão, me acolheu e colocou em meu caminho uma excelente terapeuta, conseguindo reverter meu quadro depressivo e me fortalecendo para enfrentar os meus algozes.
      Meu carinho a você, Cristina, Deus abençoe e proteja a todas nós!
      Abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  4. Oi Maria Teresa,
    Eu sabia que vc tinha estado em um relacionamento abusivo, mas não sabia da sua história toda.
    Eu estive num relacionamento abusivo durante 7 anos, mas menos abusivo do que vc vivenciou e saí com terapia. Estou casada há 15 anos e sou muito feliz com o meu marido.
    Gostei muito do texto sobre estupro e obrigada por ter compartilhado meu texto no G+.
    Bjs
    gosto-disto

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    1. Boa tarde, Betty, gratidão!
      Quem passa por abusos e agressões, só se mantém através de terapia,
      na infância e adolescência tive que me erguer sozinha, criando uma capa protetora, através da esperança de poder fazer diferente.
      Porque para meu pai, se eu esmorecesse, ele dominaria, assim eu busquei muito a leitura de livros de auto ajuda, tanto é que quando fugi de casa, as únicas coisas que tinha eram livros.
      Mas, ao iniciar esse relacionamento e, praticar 2 crimes contra meus princípios, perceber as intenções da pessoa e não conseguir me libertar, eu surtei!
      Depois disso, não larguei mais da terapia, melhorei, mas me agredi fisicamente, com medo de chamar a atenção das pessoas, com medo de que me desejassem, comecei a engordar, é uma forma de não querer aproximação, embora eu precise emagrecer por causa da hipertensão e pela coluna comprometida criei uma barreira intransponível.
      Betty, você se superou e encontrou um companheiro que a faz feliz, por isso fala com propriedade e faz excelentes textos de auto ajuda, parabéns!
      Admiro sua sabedoria e leveza, obrigada por existir!
      Abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  5. Maria Teresa, ainda há pouco assisti algo sobre o caso Araceli. Lembro-me bem do período, pois a nossa mãe e algumas irmãs estavam lá na Grande Vitória - ES e voltaram contando coisas que sequer conseguia entender de tão desumano. Aquelas pessoas não esqueceram da menina. Já mostraram-me o local onde o corpo foi encontrado. Imagino que a cada caso como este que vivenciamos no momento, levam Araceli em suas mentes. Eu mesma nunca esqueço.
    Quanto à sua história digo que é muito valente não só no sobrenome, mas de verdade, por ter coragem de contar a sua vida, sem rodeios.
    Homem que bate em mulher tem desejo sexual não realizado, por caracterizarem-se libidinosos.
    Isto já foi mais que provado pela ciência comportamental.
    Maria Teresa, quantos casos nós conhecemos de estupros? Não cabem nos dedos de nossas mãos e pés. E vivemos tempos modernos, moderníssimos.
    Tão modernos que idiotas ainda falam de boca cheia o "MAS".
    Não posso explodir, tenho que conter-me diante dos comentários que ando ledo, inclusive comparando com outra garota que, após o estupro por três cafajestes, foi morta, tendo o pescoço cortado com um facão não afiado. Tal garota tinha projetos de vida, ia fazer vestibular, estudava, não usava drogas... Logo, ela merece todo respeito. Já a jovem da favela não merece, porque usa droga, porque foi mãe aos 13 anos, porque, porque...
    Muito sério o que a Cristina Bottallo escreveu. Espero que chegue ao alcance de quem criminaliza vítimas.
    Parabéns a ambas pela valentia e peço muito a Deus, que livre-nos de tal desgraça. Como qualquer mulher, eu não suportaria tanta crueldade.
    Beijos!

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    1. Boa tarde, Marilene, estou tentando responder, desde que aqui comentou, mas não sei o que acontece, na hora de apertar publicar ele desaparece.
      Estou na Lan House, quero aproveitar para responder e ver se publica.
      Você menciona o caso Araceli, mas são muitas Araceli(s) que morreram ou foram marcadas para sempre. Hoje acho que é preferível morrer a escapar de um estupro, por mais que tentemos ser normais, não conseguimos, nos culpamos de não sermos "valentes" o suficiente para fazermos valer o nosso não! Não são só os outros que nos acusam, a nossa consciência nos lembra a todo instante. Ninguém "escapa" incólume de um abuso ou estupro!
      Principalmente, depois de passar pela mão de um aproveitador barato, perverso e cruel que me torturou por tantos anos e por vergonha e medo me calei.
      Se me exponho, sem rodeios, é porque não tenho mais nada a perder, se eu morrer hoje, muito melhor, não serei mais órfã de filhos vivos.
      A pior condenação é a da família, esse apoio nunca tive, nem de pequena, muito menos da que formei, MAS, eu tive a Mão de Deus sobre mim, isso não posso negar, eu não sou valente, a minha força vem Dele, que me protege.
      Os julgamentos indevidos estão matando as mulheres!
      Por causa do machismo que impera, ninguém se preocupa em punir os agressores, estupradores e matadores de mulheres, assim vai se tornando um crime banal que o homem acha normal, diante de uma recusa ou um não da mulher.
      Essa é forma machista de se vingar, não quer ser minha?
      Também não será de mais ninguém!
      Gratidão, Marilene, que Deus nos livre do mal e dos maus!
      Abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  6. Amiga,
    tive uma infância feliz, pois meus pais eram pessoas muito sérias e hostas, comprometidas com a educação, sempre estive em Grandes colégios!
    Não sou a favor de estupro, claro!
    Um crime absurdo e sem comentários!
    Bjos querida!
    http://www.elianedelacerda.com
    Nunca passei por isso, mas sempre escolhi boas amizades!

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  7. Boa Tardinha, querida celina!
    A inversão de valores está no coração de todos e não pensamos que poderia ser na gente ou num dos nossos... Deus nos valhha de tal crime!
    Bjm muito fraterno

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    1. Boa tarde, Roselia, gratidão!
      Com certeza, está havendo uma total inversão de valores, nunca pensamos que alguém possa fazer fazer isso com um dos nossos.
      Só Deus mesmo para nos valer, no mundo em que estamos vivendo!
      Feliz e abençoado final de semana, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  8. Boa noite, tenho tentado responder aos comentários, mas na hora que aperto publicar, eles desaparecem. Não sei o que está acontecendo, porque entra uma tela "servidor não encontrado".
    Assim tem sido já há algum tempo, as pessoas que verificam, me falam que estou recebendo sinal muito baixo, em torno de 5 mega, agora eu questiono, como é que pagamos por 40GB e, não recebemos o serviço?
    Ás vezes, quando retorno, consigo responder, mas nem sempre entra, assim estou com muitos comentários em aberto.
    Agradeço pela compreensão, abraços carinhosos
    Maria Teresa

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