Com amor, todo sonho é possível

A Doutrinação Cerebral é uma seita?

Boa tarde,
 já há algum tempo observávamos os jovens e
não entendíamos a razão de tanta rebeldia,
 o porquê da vitimização,
o porquê de tanta cobrança,
o porquê de não quererem trabalhar,
já que a mãe sendo mulher, saiu de casa aos 18 anos,
porque não aceitava as regras de sua casa...
Sem nunca reivindicar direitos ou culpar sua família...


Muitas vezes pensávamos
que era fruto do nosso pensamento,
 talvez nós "delirássemos",
 mas quando aconteceu conosco,
quando se uniram em quadrilha para nos matar,
nos violentaram, roubaram e nos mandaram embora da nossa casa,
nos culpabilizando, desprezando e nos acusando de incesto,
postando em rede social, com argumentos mentirosos,
ameaçando nos processar, são os coitadinhos,
 vitimizados pela "louca" da mãe.


  Ficamos horrorizada com a falta de pudor e
a hipocrisia desses filhos, como pudemos gerar filhos assim,
nos belisquem, por favor, devemos estar sonhando...

Não, nós não estávamos sonhando,
é a nossa triste realidade embora todos nos falassem
que existiam muitos filhos assim, 
nós não acreditávamos.

Ontem, lemos um texto da amiga Marilene Marques,
por quem temos muita admiração por sua competência e humanidade,
constatamos que não podemos titubear com relação à educação de nossos filhos,
todo cuidado ainda é muito pouco.

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A Doutrinação Cerebral é uma Seita? https://grupomoneybr.wordpress.com/2016/09/16/a-doutrinacao-cerebral-e-uma-seita/ via @wordpressdotcom

A Doutrinação Cerebral é uma Seita?




todos-eles“É o homem previamente esvaziado de sua própria história, sem entranhas de passado, (…) só tem apetites, pensa que só têm direitos e não acha que tem obrigações: é um homem sem obrigações de nobreza.” A Rebelião das Massas, José Ortega y Gasset.
O comportamento de jovens saudáveis fisicamente, com suas mentes mutiladas, em imagens grotescas, abusivas e assustadoras, tornou-se rotina no Brasil, assim como foi na China maoista do livrinho vermelho. Os escrachos públicos, denúncias contra supostos inimigos, amizades e relações familiares estão cada vez mais perto da deterioração por causa de uma ideologia política. E, a defesa continua, sem escrúpulos nenhum e sem medo de perder a vida, como se fossem verdadeiros heróis, abandonando a ordem e desafiando a liberdade de expressão.
Esta lavagem cerebral, seguramente, vem de uma doutrinação epidemiológica tanto na América Latina como em outros países bolivarianos. A dureza da verdade é que todos são vítimas da lavagem cerebral esquerdista, tanto em termos de ideologia política cunhadas de seitas, em forma coletiva, totalitária, autoritária com suas nuances que se espalham preocupantemente pelas ruas, avenidas e esquinas do Brasil. Procura-se um cadáver mártir!
Vagueia a ideia de que tais jovens andam revoltados ou que adoecidas estão as suas mentes com os ensinos fantasiosos, levando os mesmos a sacrificarem seus dias em movimentos violentos, sem temor de perder a própria vida. Assim, encontramos filhos denunciando seus pais injustamente e se descaracterizando de suas imagens físicas, além das transformações de hábitos que também é um código de linguagem próprio da lavagem cerebral ideológica de qualquer natureza.
O psiquiatra americano Robert Jay Lifton, maior autoridade no mundo em estudos sobre guerra política, controle mental e psico-historiografia, apresentou a primeira proposta do conceito de lavagem cerebral ideológica, resultante de uma pesquisa realizada a partir de 1953, mergulhando seus estudos nas mais variadas doutrinações ideológicas – reforma do pensamento – e descrevendo as suas principais características, além dos métodos que causam tal deturpação psicológica, moral e cognitiva.
Acreditando que tais comportamentos são resultantes de distúrbios mental e psíquico, em quase sua totalidade, podemos constatar que o ser humano não é totalmente cruel, como ouvimos o presidente do Senado dizendo: – Não sejamos tão maus...  Logo, só em casos de sociopatias a pessoa é capaz de ser induzida a cometer crimes e atrocidades sem sofrer com os danos morais e emocionais.
É muito fácil uma pessoa cometer tais crimes. Afirma Lifton que estudou os inúmeros casos de médicos alemães, consideradas pessoas comuns, normais e que, no entanto, justificavam e racionalizavam a própria participação em sinistros experimentos.
Um tipo de doutrinação desta natureza pode acontecer em diversos patamares, seja por um psicopata sedutor que facilmente convence a vítima, seja pelos famigerados “Jim Jones” líderes de seitas, grupos políticos, paramilitares, até a doutrinação governamental, estatal, auxiliada pelo aparato acadêmico, igrejas, mídias.
Poderia sim ser confundido tal conceito de doutrina com o princípio da educação, não fosse por uma diferença. A educação é um processo pessoal. A pessoa deseja educar-se, visando liberdade e autonomia. Já a doutrinação é aplicada longe da vontade da vítima e visa à submissão, podendo-se compará-la com os campos de concentração da URSS e da Alemanha chamados de ‘campos de reeducação’ (desaprender o que aprendeu). Muitas vezes ouvimos jovens aspirantes à alienação dizerem que querem desaprender tudo que aprenderam.
No Brasil existem diversas seitas que leva seus comungantes a verdadeiros suplícios. Mas, o que atualmente no Brasil convivemos é com uma geração de brasileiros doutrinados por uma seita sem limites. São na verdade, vítimas de um contexto histórico de esquerda, comunista, socialista, progressista evidenciada por livros didáticos, completamente deturpados.
Incontáveis são os grupos de professores – não necessariamente acadêmicos – doutrinadores, transformando assim o vitimado até às mais audaciosas transformações físicas, morais e psíquicas aos agregados, admitidos pela esquerda.
A tendência é primeiramente controlar o pensamento não lendo e não estudando nenhum material diferente do pensamento do grupo, podendo haver isolamento físicos, grupais e censura. As técnicas de manipulação psicológica e sociológica levadas a cabo pelos organismos globalistas, são aplicadas por boa parte de governo do mundo.
A vítima é convencida da autoridade absoluta do líder. A vítima instigada a resplandecer de forma animalesca aos gritos e sem pensar, como surto psicótico – solitário ou coletivo – tudo o que a liderança fala, numa tática de protesto bastante impressionante. O processo mental de submissão à liderança não é racional, mas sim, SENTIMENTAL, EMOCIONAL, como o discurso da ex-presidente afastada, pelos 180 dias e quando em seu discurso de afastamento, abarrotado e instigado pela linguagem em códigos. Não interessam os resultados das ações dos líderes, mas o “sentimento” que evocam e dizem representar.
Assim, cada palavra carregada de “EMOÇÃO” do líder, que pode ser desde um professor, um diretor do centro acadêmico, um artista até um político, um líder religioso ou governante, é uma seta diretamente ao alvo para a obediência cega.  “Eu quero o impeachment”, e, o doutrinado responde que a direita quer tomar o poder.
Atentamos para certos aspectos como:  O nazismo não surgiu pedindo câmaras de gás para judeus, e sim “espaço vital para o povo alemão”. Lênin não fez a Revolução Russa em nome do Gulag e dos paredões, mas pedindo “pão e terra” para o “proletariado”. Fidel não disse que ficaria rico e que Guevara era esquizofrênico. Não existe meio termo! Ou admite-se que foi GOLPE e cai nas graças do grupo de iluminados ou fala bem de outro político fora do grupo, e vira Coxinha, zelites, etc.  Berra-se aos quatro cantos “Fora  Vice”, mas o PMDB pode ficar em todos os poderes, afinal, refugiou trogloditas petistas desconsolados a candidatarem-se ao novo pleito político no coração econômico da Nação.
Não conseguem conceber e julgar esta discrepância!
A mutilação física está acontecendo, não há questionamentos e o vitimado deseja ser um coroado cadáver mártir pela esquerda neste grande momento de insatisfação. A preocupação é que os maiores genocídios da Humanidade ocorreram pelas mãos de jovens utópicos e idealistas que acreditavam poder criar um mundo perfeito. Os jovens são fortes e corajosos, geradores de grande força de trabalho e bons formadores de opiniões, massas que podem ser lideradas com facilidade.
Delatar pais para ganhar status com os líderes, sempre foi e será sinal de coragem dentro da doutrinação. No Brasil, há décadas, acontece o mesmo fenômeno de envergonharem-se deles, expô-los ao ridículo, desobedecer, ferir sentimentos e os denunciarem às lideranças, que pode ser o professor do cursinho, o colega ou em redes sociais.
Aproveitando-se de uma deixa, o então pré-doutrinado, sutilmente pode delatar laços familiares com uma simples pergunta: – Como faço, quero ir morar com o meu pai, pois a minha mãe… ? Na verdade ele não quer sair de casa, mas sim, ganhar a confiança do doutrinador e grupo, impondo rebeldias, extrapolando suas vontades além dos limites de seus lares e habitat.
“Vou te processar” é o lema usado por crime de opinião e quase sempre sem nenhum fundamento. Como aconteceu entre os maoistas, se um membro da seita realmente comete calúnia, difamação ou incitação ao crime, o caso é abafado. O militante tem carta branca para publicar o que bem lhe aprouve.
Soluções inquestionáveis são infundidas como regras em mentes doutrinadas, como a de que há como construir um paraíso aqui na terra. Negar isto é negar a fenômeno salvação e ninguém quer isto. Os termos incompreensíveis, gírias, figuras de linguagem, a maneira de pensar e de se vestir ou falar, podem ser códigos que caracteriza o membro doutrinado. Um exemplo é que as jovens, de dóceis e femininas, transformam-se, seja cortando seus cabelos de forma rebelde, franjas com pontas desiguais, indumentárias, modo de caminhar, trejeitos faciais e até outros ‘amigos’.
Assim, sem dúvida é a linguagem que matiza o gatilho sentimental/emocional da massa de militantes. Ela fará o pelotão marchar! Todas as ditaduras socialistas são autodenominadas de repúblicas democráticas POPULARES. “Não me deixem só” (…)! Comunidade, cidadania, social, coletivo são umas das palavras gatilhos diferindo o falante dos demais, considerados ‘alienados’ coxinhas.
Abrindo mão de sua individualidade, vale a pena perder um olho ou mesmo a vida para obedecer aos ditames do grupo. E já não pensa em si! Delega o seu desejo, direção, às decisões do grupo que dita o que deve ou não fazer. Assim, jamais correrá o risco de ser chamado de traidor. E obedecerá a supremacia do grupo que despersonifica o homem, destituindo-o de sua própria individualidade, pensando igual e sentindo como ‘todo mundo’. Fragilizado, isto o faz perder todo respeito pelo passado, estando aberto a qualquer tentativa de imposição de valores.
A pessoa se sente presa. Ninguém pode ser feliz fora do grupo! Tal sentimento não é uma alucinação, mas um dado real. É muito difícil para um jovem adolescente ir contra todos os professores, amigos, imprensa, ídolos culturais, especialmente no momento no qual ele está mais vulnerável e aberto intelectualmente.
Ele vê como os “coxinhas fascistas neoliberais” são tratados e achincalhados. Como assumir publicamente ser contra todo mundo? Como perder amigos, status, comprometendo toda a sua vida? Em pouco tempo ele se adapta e crê que não há a possibilidade de ser feliz como coxinha.
Qualquer homem está sujeito a este suicídio organizado. Qualquer homem pode ser um entusiasta defendendo ditadores, regimes, seitas, genocidas e grupos terroristas.  O medo do isolamento ao cultivar uma opinião discordante da maioria, só pode ser vencido com uma cultura aberta, sem estilhaços e forcas.
Urgentemente preocupemos com o tipo de educação que nossas crianças e jovens recebem nas escolas. Recentemente, um jovem com ensino médio completo perguntou-me o que era URSS. São ensinamentos para serem independentes ou dependerem de um estado, um governo, um líder? Eles se apegam aos ensinamentos doutrinários ou estão abertos a outras considerações, nortes?  Sabem todos os fatos históricos ou seus professores escondem aqueles que não fazem parte da causa defendida?
Então, é preciso estar atentos às alterações de humor e de comportamento de nossos filhos em idade escolar. Observemos o linguajar e se está dedicando-se mesmo aos seus estudos. Mostremos interesse por seus colegas, amigos e acompanhemos nossos jovens e crianças em todos os eventos. Procuremos conhecer seus educadores. Lembremos sempre que a diferença entre este tipo de doutrinação e a “Boca de Fumo” é muita pequena.
O melhor método contra a campanha cerebral foi fomentado há 2.500 anos por Sócrates, que consiste em duvidar sempre das próprias certezas. Ou seja, tema a própria sombra, questione. Portanto, não percamos mais tempo, deixando que nossas crianças e jovens se percam para os ditames deste mundo.
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6). Assim, o prudente sempre dominará sobre o filho que o envergonha, retirando-o do laço do passarinheiro!

Gratidão, Marilene Marques, que o seu texto possa abrir os olhos das mães, a tempo de livrar os filhos, do laço do passarinheiro.
Abraços carinhosos

8 comentários:

  1. Tens toda a razão nas tuas palavras com amor tudo é possível!

    Bjxxx
    Ontem é só Memória | Facebook | Instagram

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    1. Boa noite, Teresa, gratidão!
      Tenha uma excelente semana, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  2. Que belo, esclarecedor e verdadeiro expressar, Maria Tereza. A doutrinação cerebral se avulta perigosamente e o papel dos pais passa a ser ainda mais relevante no afã de nortear os filhos distantes da condenável alienação que prenuncia-se como a ruptura de todos os valores morais. Meu carinho e meus aplausos.

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    1. Boa noite, Antenor, gratidão!
      "A Doutrinação Cerebral é uma Seita?" não é de minha autoria, é um texto muito bem elaborado por Marilene Marques.
      Justamente pela gravidade dos fatos que pedimos para publicar aqui, que possa nos servir de alerta e que nos possibilite intervir, se é que ainda seja possível...
      Nunca em minha vida, poderia imaginar que se infiltrariam e dominariam a área da educação que é a base da formação das nossas crianças. Quando fizemos o magistério, estudamos a linha nobre de educadores.
      Quando nossos filhos entraram na escola, não percebemos que houvesse um direcionamento para "desaprender", mas para agregar valores.
      Isso é muito sério, essa nova geração está condenada!
      Agora entendemos a formação de grupos bradando gritos de guerra...
      Tenha uma excelente semana, abraços
      Maria Teresa

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  3. Bom dia Teresa.
    Que esse texto sirva de alerta, e que todos possam ter filhos carinhoso,doces e amáveis. Não podemos esperar dos nossos filhos reconhecimentos ou ajuda de nenhum tipo, mas respeito, carinho e amor deve está presente por toda a vida. Filhos são criados para seguirem os seus próprios caminhos, mas o laco que une os filhos aos pais são eternos, ou deveriam ser. Fico triste quando observo que nem todos tem a sorte de terem consigo filhos presentes e gratos. Uma linda semana, que Deus esteja com você hoje e sempre. Enorme abraço.

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    1. Amém!
      Boa noite, Mirtes, gratidão!
      O mínimo que se espera de um filho é atenção e carinho.
      Hoje, depois de conhecer o que os filhos estão fazendo com as mães, prefiro viver só no meu cantinho.
      Felizes dias, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  4. Oi Maria Teresa,
    Gostei muito do texto, mas não sei se concordo. dos filhos fazemos apenas o layout, a arte final fica por conta deles.
    Dizem que até os 8 anos a família é essencial, mas depois desta idade os amigos e o ambiente externo influenciam mais do que a família,daí a razão de colocar uma criança numa boa escola,e no melhor convívio possível.
    Bjs

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    1. Boa noite, Betty, gratidão!
      Uma mãe luta pelo seu filho até o fim ou até se dar conta que não há mais jeito.
      Quanto a uma boa escola, Betty, eu estudei em excelente colégio, onde fiz o ginásio e o normal, hoje fundamental e ensino médio, no entanto, tive uma professora de filosofia que propagava o uso do LSD e conseguia a droga para aqueles que quisessem, como também, ofereciam outras drogas na hora do recreio. Lá haviam muitas meninas bonitas, filhas de militares, que nos convidavam para fazer programa com cantores...
      Assim sendo, Betty, eu acredito que a base é a família, nenhuma escola consegue dar a segurança que esperamos, sempre há pessoas esperando a oportunidade de corromper os outros...
      Os jovens precisam saber muito bem o que querem, estar bem estruturados, para não se deixar levar pelos outros.
      Felizes dias, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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