Com amor, todo sonho é possível

O Vendedor de Sonhos!


Boa noite, tudo bem?
Espero que sim, na graça de Deus!
Em 2012, quando, finalmente,
consegui dar entrada no divórcio,
estava lendo "O Vendedor de Sonhos",
a trilogia: "O Chamado", "e a Revolução dos Anônimos" e
"O Semeador de Ideias", de Augusto Cury,
na época cheguei a comentar sobre os livros aqui,
esses livros foram muito importantes
para a virada de mesa que dei em minha vida!

O que me tirou da letargia em que vivia,
foi me dedicar às pessoas,
descobrir e valorizar os talentos,
primeiro na PCri,
depois num Grupo formado aqui.
Como eu sempre digo, não tenho talento algum,
mas tenho faro para descobrir joias preciosíssimas...
Algumas vezes "dou com os burros n'água",
 não sou infalível,
mas a grande maioria das vezes, acerto.

Me intitulo "Artesã de Sonhos"!

Na semana passada,
minha nora me falou que estava passando o filme
"O Vendedor de Sonhos",
lembrou que eu li e comentei sobre o livro, e
que iria assistir...
Gostaria de assistir, mas fiquei feliz por ela...
Lembrei que, na época, ela me disse:
-"Sogra, por que ao invés de postar
o que os outros escrevem, você não escreve?"
Eu acreditei nela e comecei a escrever,
sou muito limitada, como o psiquiatra falou:
-"Nunca mais será a mesma..."
Por essa razão, quando algo me agrada,
peço licença e posto!
Mais feliz fiquei,
quando li  o excelente texto de:
Vanelli Doratioto,
sobre o filme: O Vendedor de Sonhos,
cujos livros foram o divisor de águas em minha Vida:

7 importantes lições ensinadas no filme “o vendedor de sonhos”


O filme “O Vendedor de Sonhos”, dirigido por Jayme Monjardim, e inspirado no livro de mesmo nome do psiquiatra e escritor Augusto Cury, chegou aos cinemas nacionais com a promessa de transformar vidas. E falando por mim, se olhado com bons olhos, o filme pode sim cumprir o prometido.
Apesar de mais sintético que o livro, já que para fazer caber uma obra de grande abrangência psicológica e reflexiva na tela, foi preciso enxugar personagens, aspectos intimistas e lugares, o norte da história foi mantido: a fé no ser humano como agente transformador.
No filme, Júlio César (Dan Stulbach), um psicólogo decepcionado com a vida, tenta o suicídio, mas é impedido de cometer o ato por um mendigo (César Troncoso), o “Mestre”. Uma amizade peculiar surge então entre os dois e, logo, a dupla (juntamente com alguns amigos) passa a tentar salvar pessoas através do poder das palavras e das ideias.
Muitos ensinamentos são ditados repetidas vezes no filme, mas para mim, sete deles ficaram bastante evidentes:

1 – Quando alguém tira a própria vida, mata a si e também um pouco daqueles que ficam.

Geralmente suicidas, envoltos em dor e sofrimento emocional, não se dão conta de como farão falta e modificarão a vida daqueles que ficarão. Diante de um suicídio sempre há, para amigos e familiares, uma evidente sensação de impotência, de fracasso e pesar. O suicídio não mata apenas aquele que vai, mas também leva consigo um pouco daqueles que ficam.

2 – Um suicida quer matar, antes de tudo, a sua própria dor.

A mensagem é bastante direta. Um suicida quase sempre não quer dar fim a sua vida, mas dar fim ao seu sofrimento. Durante um momento de grande tensão, ansiedade e estresse, a amígdala, porção mais primitiva do nosso cérebro, fala mais alto que nosso córtex pré-frontal, dificultando que boas e novas possibilidades sejam vistas com clareza. Muitas vezes, uma conversa franca pode fazer alguém refletir mais profundamente sobre a própria condição, incitando o uso de vírgulas e não de pontos finais na vida.

3 – A nossa casa é o mundo.

Quando o personagem Júlio César segue o “Mestre” ele pensa que encontrará uma casa para se abrigar durante a noite. Uma casa com conforto e privacidade. No entanto, o que encontra é um quarto feito com restos de um contêiner às margens do rio Pinheiros. “Mestre” lhe diz que a sua casa é o mundo. Na verdade, a nossa casa é o mundo, mas acabamos esquecendo disso quando nos empenhamos em construir metas individuais que nos fazem esquecer que todos estamos no mesmo barco.

4 – Uma pessoa só morre quando deixa de se sentir importante.

Quando ouvi essa frase me lembrei de um texto do filósofo Mário Sérgio Cortella, no qual ele nos elucida sobre a diferença entre ser famoso e ser importante. A fama passa, é efêmera. Já nossa importância não. Quando somos importantes para uma pessoa somos importados para dentro do coração dela e lá moramos até seu último suspiro.

5 – O maior beneficiado pelo perdão é aquele que perdoa, não o perdoado.

Quase sempre o perdão envolve questões emocionais profundas. A necessidade do perdão pode dizer respeito à necessidade de nos perdoarmos, mas comumente fala da necessidade de perdoar outras pessoas. Perdoar significa que você, refletindo sobre determinada situação, conseguiu sair dela, visualizá-la de forma mais ampla, compreendê-la e superá-la. Libertando-se e libertando o perdoado para seguir em frente.

6 – Sucesso é conquistar aquilo que o dinheiro não pode comprar.

Essa também é uma citação bastante direta. O sucesso quase sempre é mencionado hoje em dia ao falarmos de êxito profissional e dinheiro. Mas sem embasamento emocional, algo que nasce de relações sinceras, tecidas com tempo e amor, a vida perde o sentido. Para mim, uma pessoa tem sucesso quando se mantém fiel aos seus bons valores ao tocar a vida do outro.

7 – Todos podemos ser “vendedores de sonhos” e “vender” vírgulas para aqueles que pensam em usar um ponto final.

O filme deixa bem claro que todos podemos ser “vendedores de sonhos” já que Júlio na própria trama faz por outro o que o “Mestre” fez por ele um dia. Todos podemos mudar a vida de alguém para melhor, muitas vezes com um simples gesto. Um olhar, uma palavra, um abraço pode salvar um dia, ou mais que isso, uma vida. Você já pensou nisso?
Que nós possamos fazer o nosso melhor com o que já temos, com tudo que já somos, dando aos que nos acompanham incentivo, amor e verdade. Que nós possamos “vender” sonhos por onde quer que andemos. Que possamos “vender” sorrisos, “vender” bons exemplos, “vender” boas possibilidades e novas formas de enxergar o amanhã. Que todos possamos ser empáticos e reflexivos diante da vida e “vender” aquilo que dinheiro algum pode comprar.
Fonte da imagem de capa: Divulgação/Warner Bros. Pictures
Acompanhe a autora no Facebook pela sua comunidade Vanelli Doratioto – Alcova Moderna.

Gratidão, Vanelli Doratioto!

"Um dos maiores prazeres da Vida 
é fazer o que os outros dizem que você não é capaz."
(Ana Maria Braga 29/04/2016)

Dê um tempo pra quem não tem tempo pra você!
(Ana Maria Braga 05/10/2016)
Viver é assim,
se não tiver talento,
esforce-se!
Maria Teresa
"Quando a dor de não estar vivendo for maior
que o medo da mudança, a pessoa muda!"(Freud)
Agradeço pela minha Vida, que o Senhor Jesus resgatou e restaurou!
Agradeço a Deus, que por Sua Graça e Misericórdia,
me permite servi-Lo com alegria!
Abraços carinhosos

8 comentários:

  1. Boa noite querida Maria Teresa.
    A sua Nora está certissima, voce tem tanto para nós ensinar, é uma vencedora, uma guerreira que passou por tantas coisas, e não ficou amarga, mas é uma pessoa doce e amiga. Gostei de saber sobre o livro, o suicidio é mesmo uma pessoa que vai e leva junto a todos que o ama, porque nunca se consegue entender, mesmo sabendo que é o total desespero. Um abencoado final de semana. Forte abraço.

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    1. Boa noite, Mirtes, gratidão!
      Minha doce amiga, você me fez refletir muito sobre a minha vida, nós passamos rápido por aqui, não adianta levar a vida a ferro e fogo, perseguindo a verdade.
      São 3 livros muito bons, eu amei ler!
      Meus filhos estão voltando, Mirtes e eu estou muito feliz.
      Não quero partir brigada com eles, agradeço pelo carinho que me trata, Mirtes, que seja sempre abençoada!
      Felizes dias, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  2. Olá Maria, sua nora é muito sábia e que bom que você seguiu o conselho dela, você é uma guerreira, que Deus te abençoe sempre. Um xeru!

    Sandra
    http://pedacinhobysandra.blogspot.com.br/

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    1. Amém! Gratidão, Sandra!
      Minha nora é muito amorosa e sempre me incentiva, sou muito grata a Deus pela esposa que meu filho escolheu!
      Tenha um feliz e abençoado final de semana, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  3. Maria Teresa gostei muito do seu texto todo ele ligado por vivências importantes.
    Não vi o filme nem li o livro.
    Beijo

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    1. Gratidão, Nina!
      Todos os livros do psiquiatra e escritor Augusto Cury são ótimos, mas a trilogia "O Vendedor de Sonhos" é excelente, uma verdadeira terapia, que te faz repensar todos os valores pessoais e sociais. Vale a pena ler ou assistir.
      Excelente final de semana, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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  4. Excelente Maria Teresa.
    Gosto de assuntos que envolvem a realidade dura e com a perspectiva de soluções.
    Não assisti ao filme e hoje procurei o que indicou "Retrato de uma Mulher", mas, só encontrei trailer. Acabei por assistir outro.
    Tenho um excelente estudo sobre o suicídio amparado pela Bíblia. Muitas pessoas julgam os suicidas. Claro, nunca passaram pela situação depressiva ou são portadores de algumas doenças que levam o paciente ao ato.
    Acredito que todos nós, em algum momento, já pensamos em morrer, em desistir. Sempre procuramos a forma mais fácil de solução. Então pensam na morte, sem reparar na morte eterna. E tais pacientes não conseguem ter controle do amor, da falta que farão. Pelo contrário, em sua maioria se acham um lixo, um monstro, uma porcaria de pessoa.
    Assunto interessante e que deve ser discutido com clareza, evitando assim muitos dissabores.

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    1. Gratidão, Marilene, por sua referência ao assunto, que a maioria das pessoas fogem, ninguém se mata por egoísmo, como muitos falam, mas por se sentirem "um lixo", um "estorvo" para os outros... Principalmente, quando são rejeitadas e acusadas, perdem totalmente a referência, deixam de ser sentir amadas e úteis, na sua cabeça só vêm pensamentos ruins, passam a achar que são uma porcaria de pessoa, por isso nem vale a pena viver, preferem morrer!
      Marilene, se me permitir, gostaria muito de ler esse estudo, sob o ponto de vista Bíblico.
      Quando nos decepcionamos ou nos sentimos fracassados como ser humano, não é necessário nem puxar o gatilho, esticar a corda ou pular do 20º andar, nosso próprio corpo nos agride, desencadeando uma série de sintomas que nos levarão à morte...
      É uma luta sobre-humana, só mesmo Deus para nos libertar!
      É importantíssimo acolher e valorizar o "ser" que se encontra perdido...
      Precisamos olhar à nossa volta com mais amor, com maior compreensão e sem pré julgamentos, precisamos fazer as pessoas falarem o que as está incomodando a ponto de pensarem em se suicidar...
      Gratidão, minha amiga, feliz e abençoado final de semana, abraços carinhosos
      Maria Teresa

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