Com amor, todo sonho é possível

A sua denúncia pode salvar uma Vida.


Boa noite, tudo bem?
Nós estamos bem, na graça de Deus...
É um assunto chato,
 mas diante de tantos feminicídios,
agressões e violências contra a Mulher,
precisamos nos conscientizar
de que a nossa omissão pode matar,
sim,
se nos omitirmos,
quando sabemos que uma Mulher está sofrendo abusos e violências,
estaremos colaborando com o agressor,
que se sentirá à vontade para concretizar o seu intento:
assassinar a Mulher!

Portanto,
em briga de marido e Mulher,
deve-se meter a colher,
- denunciando o agressor!

A sua denúncia pode salvar uma Vida!


Violência doméstica: a sua denúncia pode salvar uma vida.
Por acontecer entre quatro paredes, a violência doméstica é um crime muitas vezes invisível. E não é a toa que o número de denúncias é absurdamente menor do que o total de mulheres que apanham dentro de casa.
Isso precisa mudar, e rápido. No Brasil, 1 em cada 5 mulheres já foi vítima de violência doméstica e, do total de mulheres assassinadas das mais diversas maneiras, 1 em cada 3 é morta pelo companheiro ou pelo ex. E não pense que essa realidade está presente apenas nas periferias e no Brasil profundo. Mulheres de todas as classes sociais apanham, como provou o caso de Luiza Brunet, em 2016. Lirio Parisotto, que espancou Luiza a ponto de quebrar suas costelas, é um dos homens mais ricos do Brasil, segundo a Forbes.
As razões que levam uma vítima de violência doméstica a não denunciar seu agressor são as mais variadas. A promessa de que aquilo não vai mais acontecer, ameaças de morte, a pressão da família em manter o silêncio, dependência financeira e por aí vai. “Só quem sofre agressão sabe o que é passar por isso. Ninguém pode apontar o dedo e nenhuma mulher gosta de apanhar”, diz Bárbara Hoelscher, sobrevivente que teve 47% do corpo queimado pelo ex-namorado.
E é por isso que, de uma vez por todas, a gente precisa quebrar esse pensamento de que “em briga de marido e mulher não se mete a colher”. Essa ~colher~ pode salvar vidas – tanto a vida de uma mulher, quanto a de seus filhos. Dados do Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) revelam que 78% das mulheres vítimas de violência têm filhos. Desses, 80% presenciam ou sofrem violência junto com a mãe.
E como posso denunciar se não sou a vítima?
Há três caminhos: através do Ligue 180, da delegacia mais próxima (de preferência, a de Defesa da Mulher, se houver uma na sua cidade) ou da Promotoria de Justiça. “Através do Ligue 180 a pessoa não precisa nem se identificar. O importante é falar tudo o que sabe sobre a agressão: dados sobre o tipo de violência, onde essa violência está ocorrendo, o endereço, ou onde essa vítima pode ser localizada etc.”, diz Fabiana Dal’Mas, promotora de Justiça do Grupo de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar do Ministério Público de São Paulo.
Segundo ela, através do Ligue 180, a denúncia será encaminhada à Promotoria mais próxima de onde a vítima se encontra. “Aí a gente faz uma triagem. Em casos mais graves, já é requisitado o inquérito policial. Se entendemos que é preciso apurar melhor o caso, a gente manda para a delegacia também, para que haja uma apuração preliminar. Se envolver criança, acionamos o Conselho Tutelar e a Promotoria da Infância e da Juventude. Tentamos fazer esse link com toda a rede”.
Mas e se eu não tiver certeza?
A promotora recomenda que a denúncia seja feita do mesmo jeito. É lógico que ninguém está sugerindo que se façam denúncias levianas e fantasiosas. O ideal é estar de olhos e ouvidos bem atentos quando há suspeita de que alguma agressão esteja acontecendo.
Fabiana também diz que, mesmo se o agressor não for preso (por falta de provas, por exemplo), a denúncia não é em vão. “Só o fato de o réu ser processado, e de ele ter que comparecer em juízo perante uma autoridade (promotor de justiça, juiz ou defensor público), isso serve como fator inibidor para novas agressões. Temos vários casos desse tipo, em que o ciclo de violência é quebrado”.
Mas caso seja constatada lesão corporal (ainda que leve) e fique comprovado que o companheiro da vítima é o responsável pela lesão, aí o réu passa a ser processado pelo Ministério Público. Dessa maneira, a vítima não pode mais retirar a queixa, o que impede que ela seja coagida pelo agressor.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br


Moda, beleza, estilo de vida, famosos, amor e sexo e tudo o que interessa no melhor portal feminino da América Latina
mdemulher.abril.com.br

A imagem pode conter: texto

"Quando a dor de não estar vivendo for maior
que o medo da mudança, a pessoa muda!"(Freud)
#vocenaoestaso#estoucontigo#voceconsegue
#vamosfalarmaisclaro

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Agradeço pela minha Vida, que o Senhor Jesus resgatou e restaurou!
Agradeço a Deus, que por Sua Graça e Misericórdia,
me permite servi-Lo com alegria!
Abraços carinhosos

4 comentários:

  1. Olá, Maria Teresa.
    Há alguns anos - muitos, aliás - interferimos. Eu e minhas irmãs. Conseguimos que a polícia fizesse a separação de corpos e tudo o mais. Prometemos ajudar a mulher - ela tinha duas crianças - mas assim que viramos as costas, ela deixou o cara voltar. Isso aconteceu duas vezes, e então, desistimos. estão juntos até hoje - ele, já doente e velho. Nunca mais me meto nesses assuntos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bom dia, Ana, gratidão!
      É realmente muito complicado...
      Eu sempre mantive a mim e aos meus filhos, toda vez que quis divorciar, ele não aceitava e os advogados alegavam falta de provas que ele não prestava...
      Por incrível que pareça, o que mais me desestruturou, foi o que me permitiu divorciar, muito embora ele tenha alegado a minha loucura e saído com as vantagens...
      Poucas pessoas sabem o que acontece entre quatro paredes, tapas e safanões que todos veem é uma agressividade mais fácil de tratar. Enquanto que a perversidade e crueldade é do caráter, camufladas, dificilmente se conseguem provas, eles são astutos.
      Felizes dias, abraços carinhosos
      Maria Teresa

      Excluir
  2. Bom dia Maria Teresa
    Uma excelente postagem, alertando da importância de se denunciar e assim evitar que aconteça o pior. Um lindo dia. beijos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa tarde, Mirtes, gratidão!
      Felizes dias, abraços carinhosos
      Maria Teresa

      Excluir