Com amor, todo sonho é possível

Comemorar o que???

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Comemorar o que???
Estamos livres do que???


No dia 10 de janeiro de 1958,
há 60 anos atrás
minha mãe se enforcou,
por não suportar mais os abusos e
as violências domésticas que sofria.
Viveu calada,
assim como se matou,
sem nada dizer...
Eu presenciei e
também sofri abusos, 
por parte dos empregados 
de meu pai,
assim como fui violentada e
levei muitas surras,
a ponto de ir para o hospital,
 suturar a cabeça,
que era seu alvo predileto.
Como ninguém se importava,
aprendi a me calar e,
aguardar a maioridade.


Casei, 
descasei,
casei de novo,
por não me adaptar
às situações que queriam impor.
Com filhos não se pode bobear e,
responsável sempre fui e sou...
Mas,
 cometi o maior erro ao me casar
com um "sanguessuga perverso",
não tinha mais como escapar,
"casamento para mim é para sempre",
"você nunca vai se livrar de mim",
"vou beber todo o teu sangue"...




Somos Livres???

Não, não somos!!!
Não somos respeitadas,
somos assediadas e
ninguém faz nada...
Se quisermos sair
da armadilha do casamento,
tentam nos matar...
somos exploradas,
incapacitadas,
humilhadas,
roubadas,
violentadas,
estupradas e
mortas...
Ninguém nos defende,
ninguém nos protege,
ninguém nos respeita...
Somos livres?
Somos nada,
nada mesmo,
só os homens têm direitos,
só os homens têm proteção...
Que tristeza,
ainda nos calam,
na maior safadeza,
boicotam nossa internet!!!
Maria Teresa

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PROVAVELMENTE MUITAS MULHERES JÁ OUVIRAM OU OUVEM TAIS FRASES DIARIAMENTE , DENTRE DEZENAS DE OUTRAS, COM O MESMO TEOR DE HUMILHAÇÃO, SEJAM NA RELAÇÕES MARITAIS OU DE FAMÍLIA...
ESSE TIPO DE COMPORTAMENTO MASCULINO É A TÃO FALADA VIOLÊNCIA EMOCIONAL.. AQUELA SILENCIOSA , QUE PÕE A MULHER PRA BAIXO E QUE MINA AOS POUCOS A SUA AUTOESTIMA.....
A MATA DIARIAMENTE SEM QUE HAJA A PERCEPÇÃO POR PARTE DESTA MULHER..


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PORQUE NO DIA 08 DE MARÇO SE CELEBRA O "DIA INTERNACIONAL DA MULHER" ?
As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.
Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).
No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

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Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Organização governamental
Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
🚺 POR MAIS RESPEITO 🚺
Nem batom nem chocolate.
E você, já pensou no que #ElasQuerem?
A Lei Maria da Penha (11.340/2006) estabelece que todo o caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime. Para garantir a efetividade desse marco legal, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) trabalha para divulgar e difundir a legislação entre a população e facilitar o acesso à Justiça para a mulher que sofre com qualquer tipo de abuso.
>> Saiba mais sobre a atuação do CNJ para favorecer a aplicação e a efetividade da Lei Maria da Penha: http://bit.ly/LeiMariaDaPenhaeCNJ
>> Acesse a lei: http://bit.ly/LeiMariaDaPenha_
Descrição da imagem #PraCegoVer: a primeira imagem ao lado da pergunta: "Batom? o que elas realmente querem:" tem uma mão segurando um batom. Abaixo dessa imagem tem a fotografia de uma mulher olhando para o leitor e ao seu lado a frase> "não sentir medo nem dentro nem fora de casa" #ElasQuerem / Lei Maria da Penha (11.340/2006) / CNJ


#vamosfalarmaisclaro

Agradeço a Deus, pela minha Vida,
 que o Senhor Jesus resgatou e restaurou!
Agradeço a Deus, que por Sua Graça e Misericórdia,
me permite servi-Lo com alegria!
Abraços carinhosos

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