Com amor, todo sonho é possível

Aqui se faz... Aqui se paga!


Será que nós mulheres,
vítimas de violência doméstica,
poderemos,
algum dia,
afirmar que:
 - Aqui se faz... Aqui se paga?

Quando, na verdade,
muitos agressores permanecem livres?
Assediando e ameaçando suas presas?
Entendemos que:
- enquanto não conseguirem resolver
os casos em que a Justiça foi omissa e machista;
- enquanto permitirem que advogados astutos,
manipulem a Justiça, em defesa de seus clientes;
- enquanto as mulheres forem discriminadas
pelo fato de ser "mulher";
- enquanto não houver uma Justiça de fato e de direito,
não podemos afirmar:

Aqui se faz... Aqui se paga! 

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🚺 O tempo em que a violência contra a mulher era uma infração de menor potencial ofensivo acabou! Com a criação da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), há 12 anos, as punições passaram a ser mais severas, o que trouxe maior proteção e segurança às vítimas. Além de configurar os tipos de violência, a lei também garante formas de proteção e de assistência às mulheres. O afastamento do agressor em relação à vítima, por exemplo, foi um dos grandes avanços desse marco legal. Conheça os tipos de medidas protetivas previstas pela Lei Maria da Penha: http://bit.ly/AquiSePaga
>>Combater a violência contra a mulher tem sido uma das prioridades do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nesse sentido, o cumprimento da Lei Maria da Penha tem sido um grande objetivo nos últimos 12 anos. Saiba mais: http://bit.ly/MariaDaPenhaFaz12

Descrição da imagem #PraCegoVer e #PraTodosVerem: Foto de uma mão segurando um celular. Na tela do telefone é possível ver que foi discado o número 180 "Central de Atendimento à Mulher". Texto: Aqui se faz aqui se paga. Não deixe que a violência doméstica se torne mais um clichê. #NãoSeCale. Em caso de violência doméstica, disque 180. CNJ



Fui abusada e violentada por mais de 30 anos,
todas as vezes que quis me divorciar,
o ex tentou me matar,
queria minha pensão por morte e minha casa...

Quando uma advogada aceitou fazer o divórcio,
me estuprou e me levou para outra cidade...
Fiz BO e passei pelo IML (04/2012), para o laudo pericial,
o agressor arrumou um advogado,
que mudou os fatos, louca era eu,
ele?
Ah, ele era honesto, íntegro, 
todos o respeitavam na cidade...

Já havia um BO (ameaça) anterior (2007),
nada consideraram...
Quando soube que eu havia feito 
o exame de corpo de delito,
começou a assediar meus filhos e a mim,
apavorada com o que pudesse fazer aos meus filhos,
 voltei para minha casa...
  
Ele havia roubado todos os meus pertences,
tentei fazer BO, o delegado não permitiu...
Estava apavorada, todos meus filhos me abandonaram e
as ameaças aumentaram:
- Vou quebrar tua cara para fazer valer a "Maria da Penha"!
Fiz novo BO de ameaça e, pasmem:

- Na DP, simularam abrir uma representação contra o "poderoso machão"...

Assim,
até hoje não me deram as Medidas Protetivas e,
continuo em situação de risco,
porque ele quer minha casa.



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Nesta semana, a Justiça brasileira está mobilizada em favor do combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. Tribunais de Justiça, varas e juizados especializados em violência doméstica estão em um relacionamento sério com a campanha Justiça pela Paz em Casa, que está atuando em todo o país para dar celeridade aos processos voltados para esse tema. 💜

Saiba mais: http://bit.ly/MilesimoJuri

Descrição da imagem #PraCegoVer e#PraTodosVerem: Ilustração de um coração azul no centro da arte. Texto: Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em um relacionamento sério com a Justiça pela Paz em Casa. CNJ
 —  sentindo-se apaixonado.
23/08/2018


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🚺 Infelizmente, é comum que em casos de violência doméstica as mulheres demorem a perceber ou assumir para si mesmas que estão sendo agredidas. A violência pode se manifestar de diversas formas. Ataques psicológicos, à moral ou ao patrimônio também são formas de abuso! Não se deixe enganar e reconheça os tipos de agressão a que uma mulher pode estar submetida: http://bit.ly/TiposDeViolencia

Combater a violência contra a mulher tem sido uma das prioridades do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nesse sentido, fortalecer e disseminar a Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006) tem sido um dos nossos maiores desafios nos últimos 12 anos. Saiba mais: http://bit.ly/MariaDaPenhaFaz12
#NãoSeCale #MariaDaPenha

Descrição da imagem #PraCegoVer e#PraTodosVerem: Foto de uma mulher da cintura pra cima. Ela está de cabeça baixa e segurando a gola da blusa. Só é possível ver metade do seu corpo. Texto: As aparências enganam. Não deixe que a violência doméstica se torne mais um clichê. #NãoSeCale. Em caso de violência doméstica, disque 180. CNJ




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07/08/2018
Durante a abertura da 275ª Sessão Ordinária doConselho Nacional de Justiça (CNJ) desta terça-feira (07/08), a presidente Cármen Lúcia falou sobre os 12 anos de Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006). “O CNJ, desde a edição da Lei, tem atuado de uma maneira muito frequente, direta e profícua no sentido de dar cumprimento integral a esse marco regulatório”, destacou a ministra. Ela também lembrou que, nas dez primeiras edições da Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o judiciário realizou 995 sessões do júri.



Para a presidente do Conselho, discutir a violência contra a mulher é importante, pois a realidade de hoje é um “péssimo exemplo para uma infância e uma juventude que, cada vez mais, queremos que viva em paz”. Conheça os números das campanha Justiça Pela Paz em Casa: http://bit.ly/HistoricoPazEmCasa

Descrição da imagem #PraCegoVer e#PraTodosVerem: fotografia da presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia. Texto: “Que a Lei Maria da Penha sirva como parâmetro de transformação de uma cultura de violência, uma violência específica contra a mulher” – Ministra Cármen Lúcia, presidente do CNJ. 12 anos da Lei Maria da Penha. CNJ


 —  comemorando os 12 anos da Lei Maria da Penha em Brasil.

Denuncie,
peça as Medidas Protetivas,
 se não te atenderem,
corra atrás para que Justiça seja feita,
não permita que o agressor saia impune!
 Se não tens como te livrar,
desse relacionamento opressivo,
obsessivo e possessivo,
se estás em situação de violência e/ou risco,
se estás sendo ameaçada:
Denuncie 180
Antes que ele te mate...
Busque ajuda profissional
(psicológica e/ou psiquiátrica),
porque sozinha,
 não dá para enfrentar essa barra.
Maria Teresa

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