Com amor, todo sonho é possível

Não se acostume com o que não a faz feliz...


Sonhava com uma família feliz,
como estava próxima de me aposentar por tempo de serviço,
sempre fui muito franca com os pretendentes:
- queria morar no mato;
- a pessoa deveria ser da minha religião;
- respeitar a mim e a meus filhos 
- não beber;
- ser honesto;
- trabalhador e,
- não toleraria ser agredida.

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“ Não se acostume com o que não o faz feliz,
 revolte-se quando julgar necessário. 
Alague seu coração de esperanças, 
mas não deixe que ele se afogue nelas. 
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
 Se estiver tudo errado, comece novamente.
 Se estiver tudo certo, continue. 
Se sentir saudades, mate-a.
 Se perder um amor, não se perca! 
Se o achar, segure-o” 
Fernando Pessoa


Desabafos de Um Relacionamento Abusivo

E, acabei me casando, pela 3ª vez, com um psicopata,
que só queria se vingar, por eu ter feito ele sair da empresa,
começou por me fazer perder a casa em que morava,
depois,
quando pedi o divórcio e o indivíduo alegou que:
- "Casamento para ele era para sempre,
até que a morte nos separe!"
tive um descontrole emocional,
que ocasionou minha incapacidade para o trabalho,
aposentadoria por invalidez...

Depois disso, tentei me divorciar várias vezes e
todas as vezes tentou me matar, muito frio, perverso e sórdido...

Nunca me bateu,
para não deixar marcas evidentes (provas),
mas me destruiu e violentou moral, social,
profissional,
emocional, psicológica, física e financeiramente,
as traições, humilhações e difamações foram constantes
eu sempre fui a culpada de tudo,
até meus filhos me acusavam...

Como era muito agressivo,
eu vivia um pesadelo apavorante, 
com medo do que pudesse fazer aos meus filhos,
procurava não instigar os filhos contra o pai,
o tempo todo eu vivia pedindo aos meus filhos
para respeitá-lo,
afinal ele era o pai...

Quando consegui uma advogada que ia fazer o divórcio,
em 2012, me estuprou e me jogou na casa de meu filho...

Denunciei, passei por perícia no IML e,
mesmo com outro BO de 2007,
o delegado arquivou,
questionei a Promotoria e a Corregedoria,
NADA FIZERAM!!!

Com muito medo e para evitar de ser morta por ele,
comecei a publicar em meu blog,
foi o que me salvou,
portanto,
se estiver em situação de abuso/violência/risco:
Jamais se cale!
Denuncie!
Ligue 180

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Observe os sinais...ao menor risco, fuja!
Ele poderá ser seu assassino!
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Com um psicopata não existe término. Existe pesadelo. Um pesadelo que lentamente vai substituindo a empolgação inicial, o perfeito caso de amor, o casal perfeito, a história de amor dos contos de fadas tornada realidade, a paixão que elevou você ao sétimo céu, jamais vivida antes (e jamais vivida de novo). E esse pesadelo se instala na vida do parceiro amoroso vitimizado, cobrindo tudo com um manto cinzento, tapando o sol, murchando as flores e espalhando o fétido odor de um conto de terror.
Esse pesadelo é inconcebível para a grande maioria das pessoas. Quando a vítima tenta contar, explicar, nem há palavras para tanto. E as pessoas olham para a vítima, comiseradas, coitada, está magoada, desequilibrada, não é à toa que foi abandonada por aquela pessoa maravilhosa.
Esse pesadelo se compõe de incongruências, tortura psicológica, mentiras, falsidades, síndrome de Estocolmo, roubo de dinheiro, de posição social, de profissão, de autoconfiança e de autoestima, e principalmente de um pedaço da alma da vítima. Esse pesadelo se compõe da síndrome pós-traumática semelhante a estupro e a sequestro combinados. E acrescente-se vampirismo energético, psicológico e emocional. E acrescente-se ainda a campanha de difamação da vítima perpetrada pelo agressor. Isso se não houver enredamento judicial para piorar a situação
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Não deixe a mulher sozinha nisso!
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SEPARAÇÃO DE PSICOPATA NÃO É SEPARAÇÃO 61

As vítimas de um relacionamento amoroso com psicopata SEMPRE ouvem: “Esquece, vire a página, perdoe, não vale a pena guardar mágoas, vai viver sua vida” porque as pessoas não têm a mínima ideia do que seja relação amorosa com um psicopata, muito menos o que seja o seu término.
O fato é que esse término jamais ocorre. O que ocorre é uma drástica, incompreensível, absurda e horrenda virada nos acontecimentos.
Num relacionamento amoroso normal, as pessoas podem brigar, e descontar um no outro sua raiva e suas frustrações. Ou então, chegando à conclusão de que não há mais condição de conviver, se separam, cada um partindo pelo seu caminho. Podem encarar os fatos e resolver pendências, para que a separação seja concluída, resolvida, selada. Ou podem não ter maturidade suficiente para tanto, e continuar com pendências que com o tempo terão que ser resolvidas. Podem carregar para a separação a dor de uma traição que, mais cedo ou mais tarde, cobrará seu preço em forma de vingança ou perdão. Mas sempre há a possibilidade de um término, pacífico ou não, doloroso ou não. Há consciência, que pesa quando se consegue enxergar seus próprios atos.
Com um psicopata não existe término. Existe pesadelo. Um pesadelo que lentamente vai substituindo a empolgação inicial, o perfeito caso de amor, o casal perfeito, a história de amor dos contos de fadas tornada realidade, a paixão que elevou você ao sétimo céu, jamais vivida antes (e jamais vivida de novo). E esse pesadelo se instala na vida do parceiro amoroso vitimizado, cobrindo tudo com um manto cinzento, tapando o sol, murchando as flores e espalhando o fétido odor de um conto de terror.
Esse pesadelo é inconcebível para a grande maioria das pessoas. Quando a vítima tenta contar, explicar, nem há palavras para tanto. E as pessoas olham para a vítima, comiseradas, coitada, está magoada, desequilibrada, não é à toa que foi abandonada por aquela pessoa maravilhosa.
Esse pesadelo se compõe de incongruências, tortura psicológica, mentiras, falsidades, síndrome de Estocolmo, roubo de dinheiro, de posição social, de profissão, de autoconfiança e de autoestima, e principalmente de um pedaço da alma da vítima. Esse pesadelo se compõe da síndrome pós-traumática semelhante a estupro e a sequestro combinados. E acrescente-se vampirismo energético, psicológico e emocional. E acrescente-se ainda a campanha de difamação da vítima perpetrada pelo agressor. Isso se não houver enredamento judicial para piorar a situação.
O término não ocorre porque o psicopata não sente a menor responsabilidade em resolver pendências. Se ele ficou com o dinheiro da vítima, ainda arruma um motivo para não devolvê-lo culpando a vítima de alguma coisa. Qualquer coisa. Contanto que ele é que se apresente como vítima, virando a história do avesso. Se ele deixou a vítima sem condições de se aprumar, é mais uma bela razão para ele sair divulgando a torto e a direito como ele é que foi prejudicado pela vítima, embora ele já esteja imediatamente com o parceiro amoroso seguinte, pois parasita não fica sem hospedeiro para se alimentar. E o pedaço da alma que ele roubou não devolve jamais. Você terá que extirpar a necrose que se instalou e construir gota a gota aquele pedaço novamente.
A vítima fica com um cesto cheio de episódios que não fazem lógica, que desafiam o senso comum, que não combinam com a realidade, misturados com espinhos e cobras e escorpiões em meio aos bilhetes de amor, às flores, aos elogios que elevaram você ao paraíso, aos presentes, às marcas da paixão em seu corpo e em sua alma. Porque só a vítima amou. O outro fingiu o tempo todo.
O processo de cura exige um longo e penoso caminho rumo à sanidade física, psíquica, mental e financeira. E esta cura parece que sempre será relativa. Basta um pequeno cutucão no inconsciente para que a ferida sangre novamente. Anos e anos depois.
Aprende-se a conviver com esta ferida na esperança de que com o tempo ela acabe cicatrizando.
É como o boné preto que o estuprador usou quando atacou sua vítima. A qualquer lembrança, semelhança, menção de boné, de preto, o trauma se manifesta novamente. Pois o inconsciente nos protege daquilo que não temos condições de processar, mas não pode evitar um vazamento ocasional. E fará isso até que um dia, finalmente, enterremos o monstro bem morto e saiamos à nova luz.
Separação de psicopata não é separação. É pesadelo que pode voltar a assombrar seus sonhos quando menos se espera.
Júlia Bárány
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Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. 
Suas motivações mais usuais são o ódio, o desprezo
 ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres.
Comuns em sociedades marcadas pela associação 
de papéis discriminatórios ao feminino, 
como é o caso brasileiro.
Ninguém, a não ser a VITIMA sabe a distância entre denunciar ou não,
 fugir ou não, ficar com o agressor ou não.
Não julgue, AJUDE!

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Identificar para se livrar!

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Empodere-se, liberte-se e vá ser feliz!
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Acontece tanta coisa entre o denunciar ou não!
Não julgue, ajude!
#JuntasSomosFortes
Precisamos de voz, 
precisamos de leis mais duras e
de uma proteção efetiva contra os crimes contra a mulher!
12 anos da primeira lei...
Precisamos de mais!
Mais apoio
Mais compreensão

Mais leis

E muito, mas muito mais educação para os futuros homens adultos!
Homens:
Sigam suas vidas e nos deixem VIVER em paz!
😓😓
Desabafos de Um Relacionamento Abusivo

Denuncie,
peça as Medidas Protetivas,
 se não te atenderem,
corra atrás para que Justiça seja feita,
não permita que o agressor saia impune!
 Se não tens como te livrar,
desse relacionamento opressivo,
obsessivo e possessivo,
se estás em situação de violência e/ou risco,
se estás sendo ameaçada:
Denuncie 180
Antes que ele te mate...
Busque ajuda profissional
(psicológica e/ou psiquiátrica),
porque sozinha,
 não dá para enfrentar essa barra.
Maria Teresa

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