Com amor, todo sonho é possível

Narcisistas não criam filhos


Bom dia!!!

Agradeço a Deus pela oportunidade de conhecer e
receber o excelente material da psicanalista Dra. Julia Barany,
"para sobreviventes de psicopatas"
a quem pedi licença para publicar aqui,
assim sendo, à medida que receber,
farei a publicação.
Gratidão,  Dra. Julia Barany!
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Serenidade




NARCISISTAS NÃO CRIAM FILHOS

 por Júlia Bárány


NARCISISTAS NÃO CRIAM FILHOS: ISTO EXPLICA PORQUE VOCÊ ESTÁ TENDO TANTA DIFICULDADE
Por Júlia Bárány, baseado no texto de Sharine Stines, Psy.D:

Você está exausta além da conta com a criação de seus filhos. Criar filhos é uma tarefa difícil, mas quando você tem um parceiro colaborativo, juntos vocês conseguem. No entanto, quando o seu parceiro é um narcisista o quadro é totalmente diferente. (Usarei o genérico masculino, mas serve para homem e mulher)
É porque, na prática, você é uma mãe ou um pai solteiro. E não só isso, se você ainda está casada com o narcisista, ele é o filho que mais lhe dá trabalho, deixando-a num alto nível de estresse a maior parte do tempo.
Se você está tentando criar filhos junto com um narcisista, é melhor que você desista já. Repita comigo: “Eu sou um pai/mãe solteira.” Ou, “Ele não é um pai/mãe.” Mesmo que o narcisista seja o pai (mãe) biológico, ele não está interessado, nem é capaz de criar outro ser humano.
Examinemos este conceito. O que significa criar filhos? Para ser pai ou mãe é necessário ter as seguintes habilidades ou traços:
– Responsabilidade
– Auto-sacrifício
– Iniciativa
– Servir de modelo positivo
– Trabalho duro
– Consistência
– Estabilidade
– Paciência
– Perseverança
– Empatia e Compaixão
– Respeitabilidade
Convenhamos, um narcisista possui qualquer um desses traços?
Antes de tudo, aos narcisistas falta maturidade. Conforme mencionado acima, pessoas que estão casadas com um narcisista percebem que o seu cônjuge é o filho mais difícil que elas têm. Não só o seu parceiro é incapaz de criar filhos, como também ele precisa ser cuidado como um filho grande. E o fato é que, por mais que o cônjuge não narcisista tente, jamais conseguirá conduzi-lo à plena maturidade.
Perceba que quando você co-educa (a propósito, termo inadequado nesse contexto) com um narcisista, você está trabalhando junto com um adulto que não é suficientemente maduro para criar filhos. Se você entender isso, você estará melhor equipado para continuar. Viver na realidade é sempre melhor do que viver com a falsa crença de que a outra pessoa vai mudar.
Em vez de possuir traços que beneficiarão as crianças que precisam de educação, os narcisistas estacionam num nível inferior de desenvolvimento – frequentemente agindo como uma criança pequena. Isso os torna incapazes de educar filhos de forma responsável. De fato, muitos pais narcisistas competem com seus próprios filhos biológicos – uma das consequências negativas de se ter um progenitor narcisista.
O que você pode fazer se você é o não narcisista da dupla?
Resposta: Mude o seu diálogo interior.
Você pode mudar tudo repetindo mentalmente um simples mantra: “Eu sou o único progenitor que meus filhos têm.” Essa afirmação vai lhe poupar de desperdiçar anos de sua vida se frustrando. Tendo consciência dessa realidade, você se livra das seguintes armadilhas montadas quando o outro progenitor na vida de seus filhos é um narcisista:
  • Esperar anos, até décadas para que o outro progenitor assuma responsabilidade
  • Sentir-se constantemente frustrado/a com as ações e inações do outro progenitor
  • Acumular ressentimentos após incontáveis experiências de expectativas não realizadas
Ao aceitar que o narcisista na realidade não passa de uma criança subdesenvolvida e portadora de um distúrbio, de repente uma luz se acende e você percebe de fato com o que você esteve lidando há tanto tempo.
Depois que você se dá conta da situação, você consegue se ocupar com o resto de sua vida.
Tentar constantemente fazer com que o outro “veja” ou mude é no mínimo infrutífero. O pior é que a frustração diária leva a um infindável estado de estresse. Em vez de viver com este pesadelo, faça uma escolha consciente de aceitar seu papel único na vida de seus filhos, desfrute deste papel, e pare de malhar em ferro frio.



Gratidão,  Dra. Julia Barany!

Denuncie,
peça as Medidas Protetivas,
 se não te atenderem,
corra atrás para que Justiça seja feita,
não permita que o agressor saia impune!
 Se não tens como te livrar,
desse relacionamento opressivo,
obsessivo e possessivo,
se estás em situação de violência e/ou risco,
se estás sendo ameaçada:
Denuncie 180
Antes que ele te mate...
Busque ajuda profissional
(psicológica e/ou psiquiátrica),
porque sozinha,
 não dá para enfrentar essa barra.
Maria Teresa

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