Yahsat


Com amor, todo sonho é possível

Deus controla o sofrimento humano?


 Pois o Senhor corrige quem ele ama e castiga quem ele aceita como filho.’ 
Mais um texto maravilhoso
 que recebi do site "Café com Deus"

DEUS CONTROLA O SOFRIMENTO HUMANO?


Sempre me intrigou o texto bíblico que diz que “Deus endureceu o coração de faraó”. Ou seja, Deus manda Moisés libertar o povo, mas este mesmo Deus faz jogo contra. Lembra um vilão, um “vira-casaca” ou um sádico, que quer ver Moisés e o povo hebreu escravizado se darem mal, passarem por mais sofrimentos e constrangimentos. Porque o texto diz que Deus endureceu o coração de faraó? Deus não deveria ser bonzinho? Para mim sempre foi um exorbitante contra-senso.
Ontem eu conversava com um amigo empresário que pensa em encerrar suas atividades comerciais. Ele é um dos caras mais crentes que eu conheço (“crente” no real sentido da palavra – não um igrejeiro ou religioso contumaz – mas um cara que tem um relacionamento pessoal invejável com o Criador e crê muito acima da média). Ele diz que parece que Deus não houve suas orações em favor da empresa, mas a cada ano, mesmo com bom faturamento, o lucro tem derretido como gelo no asfalto quente.
Tenho descoberto que a maior bênção que Deus quer nos dar não está relacionada a coisas materiais. O sentido da real bênção divina não é encher nossa existência de bens (coisas passageiras), mas nos encher a alma de valores eternos. O edifício que Deus quer construir é um caráter inquebrantável dentro de nós.
Deus quer e pode nos dar uma vida materialmente regalada, mas não faz sentido ter uma bicicleta e não saber nela andar. Melhor será aprender a andar de bicicleta. Deus está sempre mais preocupado a nos ensinar a pedalar do que preocupado em nos presentear como uma bicicleta que ficará parada enferrujando ou que nos causará um acidente por imperícia.
Costumo dizer que o Senhor é um Deus pessoal. Olha cada um de nós de uma maneira diferente e, como um pai, sabe como deve criar cada filho, conforme as carências e dificuldades de cada um. Neste contexto de “Deus pessoal”, temos dois grandes grupos. Um destes grupos é formado pelos que crêem e querem ser filhos de Deus, assim, decidem submeter-se pela fé ao seu “senhorio”, entregam sua existência a Deus permitindo assim a interferência divina em suas vidas. O outro grupo é formado por aqueles que não crêem num deus real, que interfira na história, ou seja, não crêem na existência de um “Deus Bíblico”, mas criam suas próprias teorias sobre “deus” e “deuses” e, portanto, não entregam suas vidas a entidades metafísicas e mitológicas como “jeová”, “filho-de-virgem”, “chaleira voadora” ou “papai-noel”. Estas pessoas consideram-se donas do próprio destino.
Deus nos aceita como somos. Aos que Nele crêem e pedem a interferência divina, Ele interferirá em suas vidas. Aos que não crêem e nada pedem, suas existências transcorrerão normalmente, com suas alegrias e sofrimentos – em seus sucessos alegram-se como mérito próprio, nos fracassos buscam os culpados.
O ponto é, porque aos que Nele crêem e pedem, por vezes Ele “endurece o coração de faraó” e a vida do crente converte-se em sofrimento e dor? Já vi muito crente, em meio a sofrimentos, expulsando satanás de suas vidas e muito pastor impingindo ao diabo a “culpa” pelo sofrimento. Contudo, muito sofrimento não apenas é permitido por Deus, como vem da parte de Deus.
Não foi o diabo que fez o povo Hebreu sofrer restrições por parte da Corte Egípcia, mas foi o próprio Deus e Pai dos Hebreus que os fez sofrer nas mãos de faraó, instrumento de Deus.
Não foi o diabo que decidiu espontaneamente acabar com a família, bens e saúde de Jó, mas foi Deus que permitiu tal desgraça na vida daquele crente fiel.
Não foi o diabo que matou Jesus, mas Deus planejou tudo! E Jesus, preso na cruz, gritou: “Pai, porque me desamparaste?”. Jesus sabia que Deus estava permitindo seu sofrimento, portanto, conversa com Deus, mas não repreende “o inimigo”.
Muitos outros exemplos teríamos dentro das Escrituras. Contudo, continua difícil para muitos compreenderem que quando um pai ou uma mãe põe de castigo ou dá umas palmadas no filho, este é um gesto de amor, um caminho para construir um caráter.
“Será que vocês já esqueceram as palavras de encorajamento que Deus lhes disse, como se vocês fossem filhos dele? Pois ele disse: ‘Preste atenção, meu filho, quando o Senhor o castiga, e não se desanime quando ele o repreende. Pois o Senhor corrige quem ele ama e castiga quem ele aceita como filho.’ Suportem o sofrimento com paciência como se fosse uma correção dada por um pai, pois o sofrimento de vocês mostra que Deus os está tratando como seus filhos. Será que existe algum filho que nunca foi corrigido pelo pai? Se vocês não são corrigidos como acontece com todos os filhos de Deus, então não são filhos de verdade, mas filhos ilegítimos.”
Hebreus 12:5-8
Preste atenção! Preste atenção no que está acontecendo. Preste atenção e aprenda alguma lição!
O gesto de “Deus endurecer o coração de faraó” foi um gesto de amor. Se faraó liberasse de primeira, o milagre na teria acontecido. Se Moisés tivesse convencido faraó num bate-papo, talvez ele tivesse ficado orgulhoso de si mesmo. Se as coisas estivessem acontecido naturalmente, não teriam sido “milagres”. Mas, na vida “dos que O temem”, Deus prefere que aconteça o impossível, o milagre, pois assim reconheceremos que houve uma manifestação metafísica e daremos a Deus o crédito aos eventos, crendo que o ocorrido foi uma “benção divina” e não um ato seqüencial da vida. Deus quer nos mostrar milagres, que é a realização de algo humanamente impossível e nos mostrar que não estamos crendo em vão: Existe vida após a morte! Deus também sempre trata nosso caráter em meio aos sofrimentos.
Cinco lições práticas que podemos extrair do sofrimento:
1. Situações graves fazem nos aproximar de Deus – Ele quer que fiquemos pertinho Dele.
2. Situações insolúveis esmagam nossa vaidade e orgulho e nos tornam humildes diante da vida, dos semelhantes e de Deus.
3. Situações de dor amolecem nosso coração e permitem que compreendamos a dor dos outros.
4. Situações extremas nos forçam refletir sobre nossos valores existenciais e espirituais.
5. Nas situações sem solução, quando solucionadas, damos o mérito e reconhecimento a Deus (milagre) e não a nós mesmos, por isso, isso, aumentamos nossa fé.
No final da conversa com meu amigo, concluímos juntos que seu momento de sofrimento é apenas uma oportunidade para o aprendizado de alguma lição de vida (a qual, uma vez aprendida, aquela página será virada), portanto, é oportunidade para algo certamente melhor ou maior que ainda virá. Sempre vem coisa melhor quando largamos o osso! Para que o novo entre, o velho tem que sair…
Reflita no que estes caras disseram:
Apóstolo Tiago:
“Meus irmãos, sintam-se felizes quando passarem por todo tipo de aflições. Pois vocês sabem que, quando a sua fé vence essas provações, ela produz perseverança. Que essa perseverança seja perfeita a fim de que vocês sejam maduros e corretos, não falhando em nada!”
Apóstolo Paulo:
“E essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento. Porque nós não prestamos atenção nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem. Pois o que pode ser visto dura apenas um pouco, mas o que não pode ser visto dura para sempre.”
Rei Salomão:
“Filho, preste atenção quando o SENHOR Deus o castiga e não se desanime quando ele o repreende. Porque o SENHOR corrige quem ele ama, assim como um pai corrige o filho a quem ele quer bem.”
O autor anônimo, em uma carta ao povo Hebreu:
“No caso dos nossos pais, eles nos corrigiam e nós os respeitávamos. Então devemos obedecer muito mais ainda ao nosso Pai celestial e assim viveremos. Os nossos pais humanos nos corrigiam durante pouco tempo, pois achavam que isso era certo; mas Deus nos corrige para o nosso próprio bem, para que participemos da sua santidade.”
Textos extraídos da Bíblia, na Nova Tradução na Linguagem de Hoje,
editada pela Sociedade Bíblica do Brasil.

Gratidão, Pastor  Luciano Maia


Agradeço a Deus, pela minha Vida,
 que o Senhor Jesus resgatou e restaurou!
Agradeço a Deus, que por Sua Graça e Misericórdia,
me permite servi-Lo com alegria!
Abraços carinhosos

0 comentários:

Postar um comentário