Com amor, todo sonho é possível

Antes só, que mal acompanhada!!!

 


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Para quem está sozinho hoje e está triste, 
lembre-se que muitoooooo melhor só que mal acompanhado!!! 
Seja feliz sozinho, para depois, se quiser,
 compartilhar a vida com outra pessoa, ou não, você decide!!! 
Só não fique com alguém por carência, não vale a pena!!! 

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Sugando ou controladores são adjetivos de relacionamentos abusivos.
 Esse é o motivo dos divórcios.


Leia abaixo:


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O segredo para um casamento duradouro é a igualdade de gêneros. Essa é a conclusão de um estudo feito pelo professor da Universidade de Stanford Michael J. Rosenfeld, que descobriu que as mulheres dão início a 69% dos pedidos de divórcio, contra 31% dos homens.
De início, alguns cientistas atribuíram a diferença ao fato de que as mulheres seriam mais suscetíveis aos altos e baixos da relação. Mas Rosenfeld encontrou um outro dado que quebra essa ideia: “Entre os casais não casados, ambos os sexos pedem o término de forma igual. Enquanto isso, nos casais casados, as mulheres são predominantes entre os que querem romper”.
A explicação? “As mulheres são menos felizes no casamento que os homens. Uma possível razão para isso é que o casamento heterossexual, como instituição, privilegia os homens”, diz. Ainda que escassos, a mulher enxerga avanços de igualdade em outros setores da sociedade, como o trabalho.
Em contraste, segundo Rosenfeld, o casamento não se moderniza. Uma mulher pode assumir um cargo importante em uma grande empresa, mas quando chega em casa ainda tem que cuidar do lar, dos filhos e do marido. No Brasil, por exemplo, elas passam 26 horas por semana cuidando do lar – contra apenas 10 horas deles. Bem longe da igualdade. Cansadas, elas optaram pelo divórcio. Já os relacionamentos não matrimoniais seriam mais igualitários porque a mulher sofre com menos cobranças das famílias e da sociedade.
A pesquisa estudou casais heterossexuais de 2009 até 2015. No final, 371 haviam se separado ou divorciado. Quando Rosenfeld questionou o motivo do término, as respostas entre casais não casados seguiram a linha “Nós dois decidimos terminar. Temos opiniões muito diferentes”. Já entre os casados: “Comecei a sentir que ele estava me sugando”. Ou: “Os casamentos tradicionais são muito controladores”. Deu para perceber a diferença, né?
Fonte: Super Interessante 



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O gaslighting, considerado abuso psicológico, é caracterizado por informações distorcidas, inventadas, negadas, banalizadas, minimizadas ou omitidas para que a vítima duvide de si e do que está vendo, ouvindo, pensando e/ou sentindo. 
As consequências para a mulher podem ser várias como, por exemplo, confusão mental, achar que está “louca”, gerando a sensação que está sempre errada, até mesmo no seu jeito de ser. É muito comum que nessa situação, a frequência de pedidos de desculpas por parte da vítima seja alta. 

Essa manipulação pode ocorrer de forma sutil e também se agravar aos poucos, sem a vítima perceber.
A frase mais comum nesse tipo de abuso é o famoso “Você está louca!”.
Deixe seu exemplo de gaslighting nos comentários!


Sofri e ainda sofro com o gaslighting:
l) o indivíduo além de me chamar de louca,
contratou uma psicóloga que não me conhecia, 
de um Centro de Reabilitação daqui,
para atestar na DP que eu era louca/delirava,
assim o delegado arquivou o BO e exame pericial IML, de estupro e,
até hoje não consegui as Medidas Protetivas;
2) O sujeito tentou me matar todas as vezes que pedi o divórcio:
3) tenho filho que me ameaça o tempo todo
 me interditar e levar para a casa dele;
4) Tenho outro filho que fala para a mulher
que ela "está ficando louca igual à Dona Teresa."
Todos meus filhos me acusam, mentem e me desprezam...
5) E, agora, fiquei sabendo, que o ex, 
ao ser questionado, alega que eu estou perdendo o juízo...
6) Depois de tantos anos de abusos e violência,
adquiri doenças, em razão da baixa imunidade,
que preciso me tratar e não tenho como...
Maria Teresa

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Estupro é entendido como um crime hediondo, ou seja, de extrema relevância para a sociedade, gravíssimo. No entanto, mesmo com avanços legislativos recentes, a sociedade ainda é marcada pelo machismo e não são raras as vezes em que a vítima é culpabilizada e tem sua palavra questionada.

Para afastar a cortina de fumaça que nos impede de enxergar se o que vivemos foi um estupro ou não, é importante, primeiramente, entender o que é consentimento.

Consentimento é um “sim” ativo, dado com agência e clareza. Se não está claro ou é um sim que foi dado “vencido no cansaço” depois de muita insistência, não é mais consentimento.

Para o Direito Penal, não há consentimento quando há violência ou grave ameaça, como coação com qualquer tipo de arma, uso de força física, chantagem, envolvendo a divulgação de fotos íntimas, segredos e informações pessoais ou ameaça de causar qualquer mal à vítima ou pessoas a ela relacionadas.

Existem também outros tipos de ameaças veladas, que não precisam ser verbalizadas, mas são igualmente intimidadoras. São frases como “fica quietinha”, “eu sei que você quer” ou “vai acabar logo”. Não é preciso dizer que a pessoa será penalizada por resistir. Basta causar na vítima o sentimento de ameaça ou medo para ser estupro.

Não entrando no mérito de eventual condenação do caso midiático, até porque isso caberá APENAS ao juiz ou juíza competente, é importante observar que o crime de estupro poderá ocorrer com pessoas que estão em qualquer tipo relacionamento, inclusive entre pessoas casadas. Eventual troca de mensagens ou relacionamento prévio não invalida o crime de estupro.

Também por recomendação da ONU, o casamento e “outras formas de relacionamento” não constituem defesa em caso de ataque sexual. Isso significa que, ainda que casada, vivendo em união estável ou possuindo qualquer relacionamento afetivo, como em um namoro, por exemplo, A MULHER SEMPRE TEM O DIREITO DE DIZER NÃO.


Nenhuma descrição de foto disponível.
Atenção alteração legislativa na Lei Maria da Penha
 para constar se trata-se de pessoa com deficiência e se houve agravo.
Atenção a quem precisa de ainda mais atenção.
Lei 13.836 de 04 de junho de 2019

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No dia 06 de junho de 2019 foram apresentados os projetos de Lei n° PL 3375/2019 e PL 3369/2019 de autoria de Deputados do PSL e com o mesmo objeto: inserir no artigo 339 do Código Penal, o qual tipifica a conduta de denunciação caluniosa, o § 3°, qual seja: “§ 3º. A pena aumenta-se em até 1/3 se a falsa imputação se tratar de crimes contra a dignidade sexual.”
Foi apresentado também, o PL 3361/2019, por outro Deputado do PSL, mas com o teor um pouco diferente: “§3º – A pena é aumentada em 1/3 (um terço), se a denunciação caluniosa imputar à vítima prática de crime hediondo;”. Caso aprovado, pessoas que fizerem acusações mentirosas sobre crime de estupro, por exemplo, poderão ter a pena aumentada em até um terço.

O PL está sendo proposta dentro do contexto da suposta agressão sexual que Neymar, jogador do time de futebol francês Paris Saint-Germain e da seleção brasileira, teria cometido contra a modelo Najila Trindade Mendes Souza.

Podemos pontuar incialmente, o desrespeito da comparação à Lei Maria da Penha. A Lei Maria da Penha nasceu de pressões da comunidade internacional combinada à mobilização interna para que o país saísse da inércia e colocasse em prática medidas de proteção à mulher.

Além disso, em todo o mundo, os números de estupro são alarmantes. No Brasil não é diferente. E, apesar de chocantes, esses dados são subnotificados, já que nem todos os casos são formalizados e as pesquisas só levam em conta os registrados em boletins de ocorrências. Sabemos que a camada de silêncio que cobre o assunto faz com que o número verdadeiro de estupros seja muito maior. A cada 11 minutos uma mulher é estuprada (FBSP). Estima-se que apenas 10% dos casos são notificados (IPEA). O surgimento de um PL como esse é preocupante, visto que os crimes de estupro apresentam uma grande dificuldade de recolhimento de provas. Inúmeros processos são arquivados por esse motivo, já que a maioria dos estupros acontecem entre quatro paredes, sem testemunhas. Vemos, dessa forma, mais um desincentivo às mulheres que forem vítimas desses crimes, que, mesmo tendo sido verdadeiramente vítimas, além de sofrer com a violência em si.

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A mulher é estuprada por ser mulher, basta estar viva para poder ocorrer (se bem que existe estupro em cadáver), desde recém nascinadas até idosas, sim estupradores não respeitam nem crianças nem idosas.
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Elas são estupradas dentro de suas casas, ou nas ruas, no trabalho ou na escola. Por parentes, vizinhos, companheiros e ex companheiros.
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Depois, não venham me dizer que foi a roupa dela, ou qualquer outra desculpa esfarrapada.
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Estupro é crime e precisa ser punido!!!
Não é mimimi!!!

#Estupro #violenciadomestica #violenciasexual

#vamosfalarmaisclaro
Falar ainda é a melhor solução!
Vá à luta, alguém vai te escutar!
Não se torture!
Não se culpe!
Agradeço a Deus e, 
aos Anjos que Ele colocou em nosso caminho,
que ouviram nossas dores, temores e pavores, 
com muita paciência,
tendo sempre uma palavra de confiança e 
esperança, para nos confortar...


Agradeço a Deus, pela minha Vida,
 que o Senhor Jesus resgatou e restaurou!
Agradeço a Deus, que por Sua Graça e Misericórdia,
me permite servi-Lo com alegria!
Abraços carinhosos

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