Yahsat


Com amor, todo sonho é possível

"Não temos controle como as pessoas irão nos tratar, mas somos nós que controlamos como vamos reagir..."


Foto de Maria Ramos.

Seja humilde, pois, até o Sol com toda sua grandeza se põe e deixa a Lua brilhar!

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A voz do Senhor é poderosa;
a voz do Senhor é majestosa
A voz do Senhor quebra os cedros
O Senhor despedaça os cedros do Líbano.
O Senhor dá força ao seu povo;
O Senhor dá a seu povo a bênção da paz.
Salmos: 29: 4,5,11

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Muitas vezes sofremos muito com o pouco que nos falta e
 gozamos pouco o muito que temos;
 gratidão é o segredo, tanto pelas coisas boas que aconteceram,
 quanto pelas coisas que no final viraram lições.
Bom dia!

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Greice Pinheiro
Workshop de expressão corporal e facial
Uma experiência que marcará sua vida, não é mesmo
Bob Almeida
Dia 29 de fevereiro, das 14h às 19h
Rua João Adolfo, 1070, Centro, Itapetininga

𝗣𝗢𝗦𝗜𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢 𝗦𝗢𝗕𝗥𝗘 𝗔 𝗡𝗢𝗠𝗘𝗔ÇÃ𝗢 𝗗𝗘 𝗥𝗜𝗖𝗔𝗥𝗗𝗢 𝗟𝗢𝗣𝗘𝗦 𝗗𝗜𝗔𝗦 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗙𝗨𝗡ÇÃ𝗢 𝗝𝗨𝗡𝗧𝗢 À 𝗙𝗨𝗡𝗔𝗜

O DAI (Departamento de Assuntos Indígenas) da AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras), a qual integra cerca de 100 organizações missionárias transculturais evangélicas brasileiras, representando dezenas de denominações e movimentos evangélicos no Brasil, decidiu se posicionar a respeito da nomeação de Ricardo Lopes Dias para assumir uma função pública junto à FUNAI, Fundação Nacional do Índio.

Decidimos nos posicionar, não para apoiar ou solicitar apoio a alguém que já esteve ligado à nossa categoria de trabalho, mas para propor isenção sem preconceito na avaliação dos evangélicos para qualquer função no Estado para a qual o cidadão se mostra capaz, preparado e útil.

𝗦𝘂𝘀𝘁𝗲𝗻𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 que a laicidade do Estado protege tanto o setor público, quanto os segmentos religiosos, evitando interferência entre os mesmos. Como tal, o Estado laico não deve privilegiar uma religião acima de outras, nem sofrer interferências em assuntos relativos ao próprio Estado. A laicidade, além de preservar a nação, também impõe sobre o Estado o dever de respeitar, igualmente, todas as religiões, tratando-as com isonomia e equidade.

𝗟𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗲 𝗿𝗲𝗽𝘂𝗱𝗶𝗮𝗺𝗼𝘀 que diversos meios de comunicação tenham destacado de forma preconceituosa e discriminatória a indicação de um cidadão brasileiro para uma função em autarquia do governo brasileiro, usando como principal argumentação ser ele “ex-missionário evangélico”. Destacamos a forma preconceituosa, pois nem sua experiência missionária (ter vivido entre os povos indígenas, aprendido com sua cultura e falado fluentemente a sua língua, cultivando ótima relação pessoal) foi levada em consideração, nem mesmo o seu currículo, que inclui, além da formação teológica, mestrado em Antropologia e doutorado em Ciências Humanas e Sociais. Não bastasse a abordagem intencionalmente parcial, percebe-se em várias comunicações a clara discriminação, sugerindo que um missionário evangélico não possa servir ao Estado em determinadas funções. Deveria o Estado preterir os cristãos de exercer determinadas funções públicas? Seriam os evangélicos menos indicados para zelar pelo bem do Estado e da Constituição, quando em função de fazê-lo?

𝗘𝗻𝘁𝗲𝗻𝗱𝗲𝗺𝗼𝘀 que qualquer cidadão brasileiro, incluindo aqueles com identidade religiosa ou não, deve ser avaliado em sua função pública a partir de critérios aplicáveis a todos, como a integridade, a formação, a competência e a efetividade, sendo fiel à Constituição brasileira, bem como ao governo que serve. O cerceamento do direito e privilégio de servir ao Estado devido à confessionalidade cristã, bem como sua experiência missionária, fere o cidadão, o Estado e a liberdade assegurada.

𝗗𝗲𝘀𝘁𝗮𝗰𝗮𝗺𝗼𝘀 a crescente e perigosa polarização em nosso país, agravada nos últimos anos. Tal polarização, manifesta em diversos segmentos e ideias, tem posto mais atenção nos grupos do que nas causas; nos partidos do que no país. O movimento politico e o debate de ideias é natural e saudável em
uma nação democrática, mas as linhas éticas não devem ser ultrapassadas. O risco, nesse caso específico, é conduzir o debate rumo a uma polarização de preferências e tendências sociopolíticas, e não sobre o real e verdadeiro assunto: o diálogo com os povos indígenas brasileiros sobre seus direitos, realidades e projetos.

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Não temos controle como as pessoas irão nos tratar, mas somos nós que controlamos como vamos reagir, para cada ação existe uma reação igual ou oposta e não podemos esquecer que muitas vezes recebemos do mundo o que damos ao mundo, nunca devemos humilhar ou desdenhar uma pessoa, o mundo dá muitas voltas, hoje você pode estar por cima numa boa e amanhã não sabemos o que vai acontecer, nossa língua não tem ossos, mas é forte o suficiente para cortar um coração. Por isso precisamos ter cuidado com o que falamos.
Bom dia e um fim de semana fantástico!


Gratidão, Maria Ramos!
Agradeço a Deus, pela minha Vida,
 que o Senhor Jesus resgatou e restaurou!

Minha eterna gratidão à Gorete e ao Daniel,
que me deram a YAHSAT!

A internet YAHSAT é de excelente qualidade,
minha gratidão à YAHSAT

Agradeço a Deus, que por Sua Graça e Misericórdia,
me permite servi-Lo com alegria!

Abraços carinhosos

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